TRIBUNAL REJEITA RECURSO DE PAULETTI CONTRA A UCS
Enviado Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 às 14:29:43 |
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Pauletti ingressou com ação trabalhista contra FUCS/UCS em janeiro de 2007
Os magistrados da 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região decidiram, por unanimidade de votos, rejeitar o pedido de recurso do deputado Ruy Pauletti (PSDB) em processo contra a FUCS/UCS onde ele reivindica, através de uma ação trabalhista de janeiro de 2007, o valor de R$ 800 mil. A Rádio Caxias divulgou a notícia ainda no último dia 23 em seus noticiários. A decisão foi tomada pelos magistrados em 19 de agosto último, mas a decisão só se tornou pública nesta semana.
EMBARGOS
Em 23 de maio de 2008 a juíza do trabalho Michele Lermen julgou improcedente o pedido do parlamentar em primeira instância, e deu ganho de causa para a Universidade. Pauletti recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho, mas o pedido foi novamente negado em 19 de agosto de 2009. Logo em seguida, os advogados do parlamentar entraram com pedido de embargo de declaração. Ou seja, o reclamante, Ruy Pauletti, está requerendo mais esclarecimentos a respeito da sentença.
R$ 800 MIL
O ex-reitor ingressou com a ação trabalhista, conforme matéria publicada na época pela Gazeta de Caxias, em data de 24 de janeiro de 2007. Na ação trabalhista proposta por Ruy Pauletti, o ex-reitor pedia uma indenização de R$ 800 mil pela rescisão de contrato, já que não foi desligado da UCS quando assumiu vaga na Assembléia Legislativa, em 2003. Ele também cobrava o pagamento do FGTS e multa do período em que atuou como reitor, indenização por dano moral, além do ressarcimento de um plano de previdência privada.
R$ 200 MIL
Em nova audiência a Fundação Universidade de Caxias do Sul tentou um acordo com Pauletti, em agosto de 2007, oferecendo R$ 200 mil. No entanto, a oferta foi rejeitada. Na época, houve também várias manifestações de estudantes da UCS defronte à Justiça do Trabalho de Caxias onde acontecia a audiência. Eles criticaram a atitude do ex-reitor em reivindicar na justiça uma indenização trabalhista depois de ter sido reitor por 12 anos. Ruy Pauletti foi reitor da UCS entre 1990 e 2002. A UCS não quis se manifestar sobre o assunto. O deputado Pauletti não quis falar sobre o assunto repassando o caso para o advogado Jones Rafael Biglia que ainda não se manifestou.
PMDB PODE IR COM DUAS CHAPAS NA CONVENÇÃO
Roneide Dornelles, 48 anos, ex-secretário geral do PMDB, ex-vice-presidente, 2º vice e tesoureiro, está lançando sua candidatura à presidência do partido na convenção municipal, que será realizada no dia 4 de outubro quando o partido elegerá o seu diretório e depois a nova executiva. Atualmente o presidente do PMDB caxiense é o advogado e ex-vereador Guerino Pisoni. Se não houver um consenso, o PMDB, depois de muitos anos, poderá ter duas chapas para escolha da executiva.
NOMES
Entre os nomes prováveis na chapa da situação com o apoio do prefeito José Ivo Sartori (PMDB) e de outras lideranças, se cogitam os de José Zecchin, diretor da Codeca, do suplente de vereador Ary Dallegrave, do secretário de Cultura, Antônio Feldmann, e até da vereadora Geni Peteffi, líder do governo no legislativo. De todos estes nomes, segundo se comenta nos bastidores, o mais cotado seria o de Zecchin, muito elogiado por sua competência administrativa. O que poderia prejudicar, segundo analistas, é que ele ocupa cargo de confiança da atual administração a exemplo de Feldmann. Mas mesmo assim Zecchin, segundo se informa, é o mais cotado.
MESMOS NOMES
A Gazeta ouviu Rodinei Dornells que depois de confirmar sua candidatura revelou que “até recentemente ocupava o cargo de tesoureiro do partido, mas me desliguei por não concordar de como as coisas estavam sendo conduzidas. Não tenho nada pessoal contra ninguém. Porém, estamos em novos tempos na política e o PMDB está deixando a desejar. A aliança Sarney/PMDB está tomando rumos diferentes no RS e aqui em Caxias não podemos ter um PMDB que acabe repetindo sempre os mesmo nomes”.
NOVAS LIDERANÇAS
Lembrou que “está na hora de se atrair novas lideranças, abrir espaços para novos nomes, para novas idéias que também queiram trabalhar e contribuir com o partido.” Dornelles diz que em sua chapa, cujos nomes não quis revelar, estão inseridos lideranças dos bairros, estudantis, sindicais, áreas da saúde, religiões. Estas pessoas que farão parte da chapa estão todas perfeitamente coadunadas com a nova filosofia do PMDB gaúcho que é atrair e abrir espaços para segmentos que tenham perfil e laços comunitários e que participem ativamente da vida da cidade e dos bairros.
SARTORI
Ele revelou que “quando lancei a minha chapa, a primeira pessoa que eu informei foi o prefeito José Ivo Sartori que faz um extraordinário trabalho no comando do município, uma liderança inconteste do PMDB gaúcho e brasileiro que consegue ter 14 partidos em seu governo sem tirar a identidade de cada um. Ele tem filosofia partidária e é um político consagrado”.
FUNDIR
Dornelles enfatizou que “eu revelei para ele que minha candidatura não era contra o seu governo, mas sim por entender juntamente com vários peemedebistas que o partido precisa se oxigenar. Ele me recebeu, dizendo que gostaria que houvesse uma unidade partidária, mas que não iria impedir de jeito algum que eu concorra dentro daquilo que ele definiu como uma disputa saudável dentro do PMDB, e deixou claro que gostaria que as duas chapas possam se fundir”.
SOMAR
Sobre o apoio de Sartori à chapa da situação, Dornelles diz que “ acho justo que ele participe e a apóie porque foi quem o ajudou a se eleger prefeito em 2008. Deixei bem claro que eu estava concorrendo para somar e não para dividir atendendo assim apelos de muitos peemedebistas caxienses que também defendem uma renovação no comando partidário. Se fizermos 30 ou 40% dos votos vamos somar os percentuais que a outra chapa fizer, queremos aglutinar com novas propostas e novas idéias”.
VERADORES I
Na última quarta-feira, dia 23, o dia em que as mesas da Câmara e do Senado promulgaram a emenda constitucional que aumenta em 7.709 o número de vereadores no Brasil, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Carlos Ayres Britto, disse que a medida só valerá a partir de 2013. Ele disse que “como presidente do TSE, e não na condição de julgador, lembro que já existe uma consulta formal, objeto de pronunciamento do mesmo TSE versando exatamente o tema da aplicabilidade imediata ou não de uma emenda constitucional que amplia o número de cadeiras parlamentares”.
OAB RECORRE
“Nesta consulta de 2007 ficou dito pelo TSE de forma unânime que emenda constitucional não retroage.” Aliado importante neste posicionamento de Ayres Britto é o de Gilmar Mendes presidente do STF. A promulgação definiu que os suplentes assumem retroativamente a partir de janeiro de 2009 valendo a eleição de 2008. Já a Ordem dos Advogado do Brasil (OAB) está avisando que concorrerá ao STF para evitar a posse de suplentes. Na verdade em 2008 os eleitores votaram no número de vagas que existia na época. Aqui em Caxias votou-se em 13 vereadores e não em 23.
DESPESAS
A justificativa de que as despesas não aumentarão são risíveis, porque serão mais seis vereadores além de uma série de assessores. O que se pode dizer é que o orçamento não estourará, mas as despesas serão maiores. Aqui em Caxias são seis suplentes que seriam beneficiados. São eles Elói Frizzo (PSB), Ary Dallegrave (PMDB), Pedro Incerti (PDT), Clauri Flores (PT) Guiovane Maria (PT) e Osvaldo Della Giustina (DEM). Se por acaso eles assumirem como quer o Congresso Nacional os suplentes receberão os salários retroativamente a janeiro de 2009?
DEMOROU
O presidente da Câmara, Elói Frizzo (PSB), que está no cargo como suplente, pois na eleição do ano passado não conseguiu os votos suficientes para integrar a relação dos 17 parlamentares eleitos, diz que vai aguardar os acontecimentos dos próximos dias. Ele confirma que se vier a autorização os suplentes serão empossados. Frizzo admite, no entanto, que o Congresso Nacional demorou demais para aprovar a lei do aumento do número de vereadores. Para Frizzo, esta aprovação devia ter ocorrido ainda antes da eleição de 2008. Ele admite, também, que os que defendem a tese de que na eleição do ano passado os eleitores votaram em 17 vereadores e não em 23, é coerente.
JU CONTINUA AMEAÇADO
Enviado Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 às 14:14:59 |
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Ivo precisa dar equilíbrio ao time do Juventude
O Juventude, após vencer o Fortaleza, no Jaconi, por 2x0, e perder para o Bragantino, em São Paulo, por 3x2, chegou aos 31 pontos, na 14º colocação, mas a apenas três pontos da zona do rebaixamento, pois os dois primeiros rebaixados, América e Campinense, que ainda jogam neste final de semana, no complemento da rodada, estão com 28 pontos. O Bahia que já atuou na rodada, parou nos 31 e estava na 15ª colocação e o Duque de Caxias que joga neste sábado estava com 30, na 16ª. O Ju, portanto, continua na linha de tiro ameaçado se não se recuperar nos próximos jogos começando nesta terça-feira, quando irá a Goiânia enfrentar o Vila Nova, no Serra Dourada. Somar pontos será fundamental porque, depois, o Verdão jogará duas partidas seguidas no Jaconi contra a Ponte Preta e o Campinense. Contra a Ponte, mesmo sendo em casa, é um jogo muito complicado. O Ju terá que vencer ainda cinco jogos dos 12 restantes para garantir sua presença na B. O aproveitamento geral do time é ruim, apenas 39%. Precisa melhorar sua produtividade, ser um time mais equilibrado e ajustado daqui para frente, virtudes que Ivo Wortmann não está conseguindo dar ao time. O Ivo parece meio perdido, pois depois do jogo contra o Bragantino onde começou perdendo, virou para 2x1 e nos últimos dez minutos permitiu que o adversário virasse para 3x2, ele optou em buscar justificativas na arbitragem do que propriamente pelos erros cometidos, especialmente pelo sistema defensivo, que falhou muito.
REAPRESENTAÇÃO É NESTA QUINTA
O Caxias tem sua reapresentação confirmada para esta quinta-feira, dia 1º de outubro, no Estádio Centenário, depois do desastre de 16 de agosto. Segundo se fala, nesta reapresentação, começarão os preparativos para 2010 visando às disputas do Gauchão em janeiro e a Série C em maio. Havia a expectativa do clube já anunciar sua nova comissão técnica a partir do um novo treinador, mas, segundo se comenta, isto ainda não acontecerá. Comenta-se muito que Gilson Kleina, que é visto com desconfiança pela torcida, seria a bola da vez. Não se sabe também se podem ser anunciadas contratações no dia 1º. Sabe-se que alguns jogadores que disputaram a Série C não permanecerão. Foi anunciada a saída do meia Rafinha e do atacante Cristian Borja, este estaria indo para o Náutico. O torcedor grená acompanha à distância ainda abalado pela perda da chance de estar na B em 2010 na expectativa de que as coisas melhorarão no próximo ano. Enquanto aguarda a reapresentação, o time misto, sob a orientação do interino Walter Neto, vai disputando a Copa Arthur Dallegrave onde tem quatro derrotas, três vitórias e dois empates. Neste sábado, 16h, joga em Lajeado, contra o Lajeadense, no início do segundo turno.
A CULPA É DA ARBITRAGEM
Ivo criticou a arbitragem porque teria dado um desconto maior do que previsto no final do jogo com o Bragantino e também pela marcação de uma penalidade máxima contra o Ju. Ora, dar desconto tem sido rotina na arbitragem e quanto à penalidade é bom lembrar que ele já havia marcado uma para o Ju. Não foi a arbitragem quem derrotou o Ju, mas sim a falta de maturidade e de qualidade depois de fazer 2x1 aos 35 minutos do segundo tempo, virando um jogo onde ele perdia por 1x0.
ESPADA NA CABEÇA
Na verdade, o Ju tem entregado muitos pontos no final dos jogos e isto está prejudicando o time na Série B onde ainda continua com uma espada na cabeça. O time mostra muitas deficiências na sua defesa. E a partir daí não adianta o Mendes voltar e marcar dois importantes gols se lá atrás a turma entrega o ouro. Sabe-se que o time tem problemas de falta de qualidade para a sua defesa e que o Ivo teria já herdado estas deficiências. Teria havido erros de avaliação nas contratações. Mas, nestas alturas, ou o time começa a se acertar dentro do campo ou a papada vai viver angustiada até o final da competição.
PROJEÇÕES
Para o jogo desta terça-feira o Ju terá a volta de Walker no meio de campo e de Marcos Denner no ataque. Não terá, porém, o zagueiro Da Silva, o lateral Felipe suspenso e o atacante Zé Carlos lesionado. O Ju estaria projetando no mínimo sete pontos nos próximos três jogos, empate contra o Vila lá, e vitórias no Jaconi contra a Ponte Preta e o Campinense para afastar-se, aí sim, da perspectiva de ainda ingressar na zona do rebaixamento. Não são resultados impossíveis de se conseguir desde que o time se ajude.
PÊNALTIS
Ivo reclamou do pênalti dado contra o Juventude, que permitiu a virada do Bragantino. Acho que houve o pênalti. Ele inclusive foi mais claro do que a penalidade dada a favor do Ju. Parece-me que ficou mais como uma tentativa (em vão) de justificar uma derrota que aconteceu quase de maneira inexplicável.
E O LOPES?
O meia Lopes que foi contratado para ser o jogador diferenciado do meio para frente pode voltar ao time só no final de outubro, o que é uma péssima notícia. Ele está lesionado no tornozelo e deve continuar se tratando por mais uns 15 ou 20 dias. Depois terá que se recondicionar fisicamente. Ele esteve recentemente no Rio se consultando com o médico Runco da seleção brasileira que confirmou o diagnóstico dos médicos do Juventude. É uma lástima porque Lopes poderia ajudar e muito o Verdão neste momento de dificuldades.
DENNER/MENDES
O atacante Marcos Denner está sendo vital para impedir que o Juventude seja rebaixado para a Série C. Com nove gols, Denner tem assinalado tentos decisivos que tem feito com que o Verdão possa somar pontos importantes e neste momento estar fora das zona do rebaixamento. Acho que diante das circunstâncias a sua contratação acabou caindo do céu para a papada. Como estaria o time sem Denner? Provavelmente incluído entre os que estão na zona do rebaixamento. Mesmo que Mendes depois de um longo jejum tenha conseguido marcar dois gols contra o Bragantino que lamentavelmente acabaram sendo indesculpáveis, pois o time acabou perdendo por 3x2. Mas a boa notícia é que Mendes voltou a marcar, mas a defesa tem que ajudar.
MOÇÃO I
A Câmara aprovou a moção de contrariedade contra o Banrisul por não dar o mesmo apoio financeiro que dá à dupla Gre-Nal em patrocínio. A moção é de autoria do vereador Moisés Paese (PDT). É louvável defender os interesses dos clubes de Caxias. Pessoalmente acho que o banco também deveria patrocinar a nossa dupla que é a mais importante depois da dupla Gre-Nal no futebol gaúcho. Mas parece que através da pressão política não é o melhor caminho.
MOÇÃO II
Até porque o Banrisul deve tratar a questão publicitária como um negócio. Em todo o caso, vamos ver até que ponto esta moção vai surtir efeitos no comando da instituição. Na verdade, os nossos clubes há muitos anos se queixam de um apoio maior das empresas caxienses que também devem encarar tudo como um negócio, a exemplo do que faz o Banrisul. Ninguém pratica caridade quando se trata de negócios.
NALDO
O zagueiro Naldo, que apareceu no futebol com a camisa do Ju, foi convocado por Dunga. Ele está no futebol alemão há muitos anos onde tem se destacado. Naldo é um excelente zagueiro e merece esta oportunidade.
DENNER ESTÁ SENDO VITAL PARA JU FUGIR DO REBAIXAMENTO
Enviado Terça-feira, 22 de setembro de 2009 às 11:35:09 |
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Denner, ao lado de Lopes, já marcou nove gols para o Verdão
É inegável que o atacante Marcos Denner está sendo vital para impedir que o Juventude seja rebaixado para a Série C. Com nove gols, Denner tem assinalado tentos decisivos que tem feito com que o Verdão possa somar pontos importantes e neste momento estar fora das zona do rebaixamento. Acho que diante das circunstâncias a sua contratação acabou caindo do céu para a papada. Como estaria o time sem Denner? Provavelmente incluído entre os que estão na zona do rebaixamento. Até porque Mendes, que é outro artilheiro com nove gols, deixou de marcar há muito tempo.
FRUSTRAÇÃO
Fico imaginando a frustração dos torcedores do Caxias que viram, de uma vez só o time ficar sem Denner e Júlio Madureira, que durante o Gauchão só perderam em força ofensiva para Taison e Nilmar, do Inter, a condição dos dois melhores atacantes do futebol gaúcho. Com os dois não tenho dúvida e plena convicção de que o Caxias hoje estaria entre os times que estarão na Serie B em 2010. Pagou caro o clube pela falta de ousadia e planejamento em mantê-los para os jogos decisivos. E não é uma postura oportunista, porque na época da saída dos dois atacantes escrevi neste blog e na Gazeta que o Caxias estava cometendo um equivoco em liberá-los. O Caxias tinha que ter feto um grande esforço para mantê-los para buscar uma vaga na B.
SOBERBA GRENÁ?
Ouvi e li de setores ligados ao Caxias que foi uma absurdo empatar com o time B do Internacional em zero gols no último domingo, no Centenário, pela Arthur Dallegrave. Pelo que apresentou em campo o Caxias podia até ter vencido, merecia ter vencido, porém, dizer que foi um absurdo empatar como Inter, me parece que há uma certa dose de soberba, de empáfia, nesta declaração. Afinal empatar ou perder para o Inter, mesmo que seja o seu time B, não é e nunca será absurdo, até porque era a instituição Internacional que estava em Caxias.
MEDIANA
Este time B do Inter, provavelmente é melhor do que a maioria dos times que disputam a Copa ou mesmo de alguns clubes que disputam competições em nível nacional.. Até porque é bom lembrar que, recentemente, quando os times titulares se enfrentaram, o colorado aplicou 8x1 no Caxias na decisão do Gauchão deste ano. E convenhamos que este time do Caxias, que participa da Copeta, não está com esta bola toda, muito pelo contrário faz uma campanha mediana. Diria que se este time disputasse o Gaucháo em 2010 seria forte candidato ao rebaixamento. Um pouco de humildade não faz mal para ninguém principalmente para certos setores do Caxias que estão devendo e como para a sofrida massa grená.
UNIVERSIDADE: MAIS UMA VEZ BAILAMOS NA CURVA
Enviado Sexta-feira, 18 de setembro de 2009 às 16:31:20 |
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Em março de 2007 houve oito deslizamentos na Rota
Mais uma vez Caxias e a região foram preteridas na famigerada questão de ser contemplada com uma Universidade Federal. Desta feita o governo federal resolveu obsequiar as regiões de Erechim, no Rio Grande do Sul, e Chapecó, em Santa Catarina. Ela se denominará de Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS). Nada contra, sempre é positivo anúncio de uma Universidade Federal. Porém, em relação a Caxias e a região, bailamos na curva novamente, pois todas as regiões do estado têm uma Universidade Federal menos a Serra e os Campos de Cima da Serra. Porto Alegre tem, Santa Maria também, Pelotas, Rio Grande, Bagé, Livramento e agora Erechim. E Caxias? Afinal, Caxias e a região não empanturram os cofres da União com verdadeiras fortunas em impostos? Não merecíamos uma Universidade Federal?
FORÇA POLÍTICA?
E a nossa força política onde está? E os nossos Senadores, Deputados Federais e Estaduais, a Prefeitura, a Câmara de Vereadores e a esquerda que durante anos mobilizou estudantes e entidades para que pudéssemos ter uma Universidade Federal? Reina um constrangedor silêncio, não ouvi nenhuma voz protestar. A não ser o vereador comunista do Brasil, Assis Melo, que, além de elogiar o presidente Lula por autorizar mais uma Universidade Federal, disse que agora o objetivo é conseguir a extensão do campus da UFRGS para Caxias, que também me parece positivo. Porém, não é pensar pequeno?. Como se Caxias, a maior potência econômica do interior do RS, fosse um bairro (ou seria um arrabalde) de Porto Alegre. Ou será que somos mesmo?
SILÊNCIO
Isto sem falar do silêncio das entidades empresariais e sindicais da cidade que também se calaram. É lamentável. Algumas das justificativas são de que Caxias tem uma grande Universidade, que é verdade, e uma série de faculdades que dão conta do recado e que Caxias e a região têm bom poder aquisitivo. Tais justificativas chegam ser absurdas. Ora, todas elas são particulares, elas cobram caro para alguém estudar. Começo a perceber que talvez não haja interesses numa federal, para blindar às particulares existentes na cidade. Passa esta impressão. Ou será que estou enganado?
ACESSO
Milhares de jovens de Caxias e da região, por falta de grana, não têm acesso ao estudo superior, isto quando muitos dos que estão freqüentando desistem porque não conseguem mais acompanhar os custos. Dotar Caxias e a região com uma Universidade Federal não é nenhum favor que o Governo Federal faria, mas sim uma obrigação. Mas parece que não há interesse a começar por Caxias. Talvez os caxienses se satisfaçam apenas com um campus da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Quanta diferença de tempos idos quando algumas pessoas especialmente alguns políticos fizeram da bandeira pró uma Universidade Federal para catapultar suas candidaturas e se elegerem. A exemplo da Rota do Sol.
AS DUAS FACES DA ROTA DO SOL
Dois anos depois de ter sido inaugurada apressadamente, e sem as obras necessárias de acostamento e sem preocupação com segurança das pessoas, anuncia-se, agora que teremos duas rotas do sol, uma quando não estiver chovendo e outra quando estiver chovendo muito. Tudo depois de um deslizamento ocorrido num final da semana passada com as rochas desabando sobre um trecho da rodovia provocando a interdição da Rota, só sendo novamente liberada no dia 17. Pois bem, como voltou a chover na sexta, 18, na madrugada, a Rota mais uma vez foi fechada. Por volta das 11h foi reaberta com a promessa que se voltasse a chover seria fechada novamente. Durma-se com um barulho desses. Na quinta, quase dois anos depois de sua inauguração, o DAER admitia de que há necessidade de obras de acostamento e dizia que já estavam tomando providências. Porque toda esta demora? Como se liberou o trecho sem estas obras? E se neste período tivessem ocorrido tragédias, mortes? Quem seriam os responsáveis? Em março de 2007 a Gazeta foi o único jornal que denunciou os problemas da Rota do Sol com a falta de obras de acostamento, e os perigos que representavam aos motoristas a falta de obras de acostamento na Serra do Pinto.
PREMATURA
Na época, também, aconteceram oitos deslizamentos, quatro de grande porte e que só não provocaram uma tragédia porque nenhum veículo foi atingido. A Gazeta entrevistou em março de 2007 o engenheiro civil aposentado, Jorge Martins Pinto (reprodução da entrevista na página 9), que nos anos 60 e 70 trabalhou em grandes empresas de construção civil do centro do país, tendo participado, inclusive, na constrição da ponte Rio-Niteroi. O engenheiro denunciava que “a liberação da Rota do Sol foi prematura” que “não se pode liberar uma estrada em estado provisório”. Dizia também que o atual traçado estava superado, E relatava uma série de providências que deveriam ter sido tomadas em obras de acostamento para dar segurança ao trecho. Mas parece que ele não foi levado a sério pelas autoridades que agora estão tentando recuperar o tempo perdido. Enquanto isso, quando chover forte a Rota será interditada. Assim podermos passar a chamá-la de a Rota da Chuva.
RODOVIAS MONTANHOSAS
Houve quem levantasse a tese de que é difícil ter-se segurança em rodovias quando são construídas em regiões montanhosas. Ledo engano, construíram-se grandes rodovias nas Montanhas Rochosas, nos Andes e nos Alpes e elas são perfeitamente seguras. Tudo porque as providências de engenharia que deviam ser tomada em termos de traçado, de obras de acostamento, foram providenciadas antes de serem entregues ao uso. Não é o caso da nossa lendária Rota do Sol que, além de demorar uma eternidade para ser concluída, quando o foi não tinha condições para ser inaugurada.
TUCANOS I
Na questão do PSDB caxiense, a situação atual está da seguinte maneira: a convenção foi cancelada e não homologada porque a executiva estadual acolheu o recurso e nomeou uma Comissão para avaliar os recursos que foram analisados, delegando-se poderes para o advogado do partido, Décio Itiberê, o mesmo que pediu, recentemente, a cassação da senadora Marina Silva (PV) por trocar o PT pelo PV. Ele agora está avaliando e depois se reportará à Comissão.
TUCANOS II
Pela documentação, de acordo com o estatuto, a Chapa Um deve ser anulada restando apenas a Chapa Dois que não participou da Convenção. E a executiva estadual deve marcar uma convenção até o dia 4 de outubro. A Chapa Dois tem, entre outros integrantes, Ruy Pauletti, José Enedir Dias Bemfica, Eliude Maia, Michel Sonda, José C. Posenato, Marta Fattori, Abrelino Frizzo, Flavia Machado, Benedir Celau, Nestor Basso, Raul Segalla,. Esta Chapa recorreu a instancia estadual pelas supostas irregularidades apresentadas pela Chapa Um, integrada por toda a executiva anterior, Osório Rocha, Moacir Bressan, Sara Scarsi, Ithamar Sitta, Egidio Basso e Francisco Spiandorello, entre outros.
TUCANOS III
Aguarda-se o desfecho . Por enquanto, o partido encontra-se acéfalo porque, segundo se comenta, não existe a executa anterior e nem a nova. E provavelmente a Executiva Estadual deverá nomear uma comissão eleitoral para conduzir a Convenção que escolherá nova Executiva. Registra-se também que os que ocupam cargos de CC estão todos na Chapa Um. Na Chapa Dois não há nenhum integrante com cargos de confiança no executivo ou legislativo municipal. O tucanato caxiense está em polvorosa.
JOGOS
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, aprovou projeto que legaliza os bingos e os jogos no país. A próxima etapa é passar no Senado. Alguém acredita que não passará? Agora só falta legalizar a tráfico de drogas e a exploração sexual de menores. Bem ou mal também dão empregos para as pessoas que é a principal justificativa para liberar os bingos e os jogos.
POUPANÇA
O governo anuncia que a poupança acima dos R$ 50 mil será taxada em 22,50%. Exemplo: se alguém tiver R$ 60 mil a taxação será sobre R$ 10 mil e assim por diante. Mas impostos que a gente não sabe onde o governo põe o dinheiro que não seja para alimentar a monstruosa e a deficitária máquina pública que ele administra. Na saúde não deve ser, porque segundo informações que vem de Brasília, o SUS estaria falido e que precisaria de uma completa reformulação.
MAROLAS
São nestas horas que a memória precisa ser reativada e lembrar que nos gloriosos tempos em que Lula, o PT e a CUT eram oposição, qualquer comentário de que o governo pretendia taxar a poupança parecia que o mundo cairia sobre ele, diante da enxurrada de críticas destes setores, ditos de esquerda. É provável que tudo não passava de mais algumas marolinhas. Quantas voltas o mundo dá.
JUVENTUDE PRECISA SE SUPERAR E SE AJUDAR
Enviado Sexta-feira, 18 de setembro de 2009 às 16:15:52 |
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Neto assumiu é o técnico do Caxias interinamente
O Juventude não consegue se tranqüilizar, continua sua via crucis na Série B ameaçado pela C. O Verdão, com o empate diante do Paraná em um gol, está agora a apenas um pontinho para se igualar ao Duque de Caxias que é o quarto na zona do rebaixamento. O Juventude antes da rodada que começou na noite de sexta, 18, era o 16º com 28 enquanto que o Duque está com 27 na 17ª . O ABC com 25 também luta para tentar sair desta detestada zona que rebaixa os time para Série C em 2010. O Verdão marcou passo em Curitiba ao permitir que o time paranaense empatasse aos 42 minutos do segundo tempo, quando tudo estava a indicar que venceria o jogo.
PEDREIRAS
Neste sábado, o Verdão recebe o Fortaleza, 16h, no Jaconi, em jogo que só a vitória interessa. Mas, depois, têm duas pedreiras fora de casa, o Bragantino e o Vila Nova. Oremos.. A situação do time é angustiante. Matematicamente ele precisaria ainda de mais 16 pontos cinco vitórias e um empate ou seis vitórias para se garantir e para poder fugir da Série C. Teria que chegar, no mínimo, segundo projeções aos 44 pontos. O único objetivo agora é safar-se do rebaixamento, não pode haver nenhuma outra prioridade. Nestas alturas dizer-se que o time é ruim, inconfiável, é chover no molhado. A cacaca já está na mesa. Os que estão ai vão precisar de um grande esforço e superação para impedir que o Ju seja rebaixado.
CAXIAS INCÓGNITA
O time misto do Caxias vai em sobressaltos na Copa Arthur Dallegrave, mas a grande frustração da torcida continua sendo pela saída melancólica da Série C permanece. A chamada Copeta não desperta atenção tanto que teve um jogo em Caxias, recentemente, onde nem 40 torcedores se fizeram presentes. A grande incógnita é quanto ao futuro do Caxias. Com uma certa surpresa o clube mandou o Ademir do Reis de volta para as categorias de base e promoveu o desconhecido Walter Neto para ser o interino. Trocou um interino por outro interino, seis por meias dúzia.
O Neto apenas estaria preparando o terreno para o futuro técnico grená que, segundo se comenta, pode ser novamente o Gilson Kleina, cuja ultima imagem é a eliminação do Caxias da Série C em 2008, depois de ser derrotado pelo Esportivo. Ou pode também ser outro nome, o quinto na temporada (René, Argel, Círio, Gilmar e ?). O clube faz sua reapresentação oficial n dia 1º de outubro, 45 dias depois de ter perdido a vaga para a Série B, em 16 de agosto. com o objetivo focado para o Gauchão que começa em janeiro.e para Serie B que deve iniciar em maio..
CRISE
Ouvi esta semana de que o Fortaleza, o adversário do Ju, neste sábado, no Jaconi, está em crise isto pode ser ruim para os papos. Ora, o Fortaleza está em crise a muito tempo.. Uma crise a mais ou uma crise a menos não faz muita diferença. O problema maior é que o Verdão geralmente quando enfrenta estes times, que fazem má campanha, enfrenta problemas. Espera-seu que este estigma seja superado com o apoio da papada.
REALIDADE
Recentemente, ocorreu uma reunião no Juventude quando chegou-se a conclusão que todos os esforços terão que ser direcionados para evitar o rebaixamento e manter-se na Série B em 2010. A partir daí, criar-se uma nova estrutura para o clube no ano que vem quando tentarão se atrair todas as facções do Verdão. A partir daí organizar-se um projeto que possa dar ao clube condições de montar um time forte e projetar a volta para a Série A em 2011. Talvez o grande problema seja conseguir unir todas estas pessoas. Mas, me parece, que esta postura é positiva e realística, acabando com o discurso ufanista de que a meta é voltar para a Série A, ainda em 2010. A meta, na verdade, é manter-se na B.
DENNER/OÁSIS
Marcos Denner é um oásis no grupo do Ju. Com oito gols ele tem feito a sua parte para tentar tirar o time da zona do rebaixamento.. É uma pena que os demais não o acompanham. Se o Ju tivesse mais alguns jogadores com o seu perfil o time podia estar melhor colocado. Por sinal, esta na hora do Mendes também retomar mais assiduamente sua marca de artilheiro.
LUCIANO ALMEIDA
O Caxias dispensou Luciano Almeida. Uma das justificativas seria o seu salário, a outra que é jogador não teve um bom rendimento. Tudo bem, é um direito do clube. Mas eu acho que o atleta, por ser cria do clube, bi-estadual de juniores, campeão gaúcho nos profissionais, jogador laureado identificado com o clube durante muitos anos, merecia ter tido uma consideração maior por parte da direção.
PELO TELEFONE
Segundo Luciano, em declaração à imprensa, ele foi demitido via telefone quando lhe foi dito que não era mais jogador grená. Pelo seu passado de clube, o Caxias podia tê-lo comunicado no clube, cara a cara e não por telefone. Era o mínimo que o Caxias devia fazer com o Luciano. Ele merecia esta consideração. O Caxias tem que aprender a tratar melhor seus profissionais, principalmente seus ídolos do passado que deram os melhores anos de sua vida ao clube e que gostam (ou gostavam) dele.
ZEZINHO
Zezinho tem encontrado algumas dificuldades no time do Ju. Ele não tem conseguido repetir as atuações de seus primeiros jogos. Provavelmente porque passou a ser mais bem marcado. Ou talvez porque o sucesso lhe subiu a cabeça. Ou, talvez, porque o time do Ju é deficiente e acaba estourando no garoto. Espera-se que nos próximos jogos ele possa voltar a mostrar o mesmo futebol que encheu os olhos dos torcedores e da mídia.
JOVENS/TALENTOSOS I
Durante a semana ouvi de que é difícil um jovem com 16 a 17 anos conseguir se consolidar e manter um bom nível de atuações seguidas. Acredito que um “fora de série” já demonstra estas qualidades quando ainda é jovem, dentro da tese de “ que quem é bom é bom”. Há alguns exemplos famosos de jovens atletas que estrearam, arrebentaram e nunca mais saíram dos times e se tornaram grandes ídolos. Alguns exemplos famosos de quem deu certo. Tesourinha, estreou no Inter com 17 anos e nunca mais saiu. Flavio Minuano (mais de 800 gols) foi lançado no Inter, com 15 anos, e estourou.. Alcindo (Bugre) assumiu a titularidade do Grêmio com 16 e brilhou.
JOVENS/TALENTOSOS II
Claudiomiro (Bigorna) com 15 anos entrou num Gre-Nal, fez o gol da vitória e nunca mais saiu do time do Inter. Ronaldinho Gaúcho, com 17, era titular do Grêmio (a não ser pela teimosia do Celso Roth). Isto sem esquecer obviamente do Pelé, que com 16 anos era titular do Santos. Do Ronaldo Nazário, que, com 17, já era ídolo do Cruzeiro. Do Denner, também com 17, era atração da Portuguesa. Robinho, com 18, já se destacava no Santos. Alexandre Pato com 17 anos foi campeão mundial pelo Inter. A lista é enorme. Mas vou parar por aqui.
PELÉ/MARADONA I
Depois de um longo silêncio, Pelé começou alfinetar Maradona que vive provocando o “Rei do Futebol”. Pelé, em tom de deboche, diz que o único gol de cabeça que o Maradona marcou foi com as mão, referindo-se ao gol contra a Inglaterra na Copa de 1986. E também disse que no seu entendimento, Di Stefano jogou mais do que ele. Di Stefano, para quem não sabe, foi um fantástico atacante dos anos 40 na Argentina integrando o River Plate, time que era conhecido como “La Máquina”. Depois, nos anos 50 foi para o Real Madrid atuando até os anos 60, naturalizando-se espanhol.
PELÉ/MARADONA
Até hoje ele é considerado o maior jogador da história do Real.. O azar de Alfredo De Stefano foi que não aconteceram as copas do mundo de 1942, 1946 e na de 1950, no Brasil, a Argentina não veio porque estava de relações cortadas com a CBF. Os portenhos eram os favoritos para ganhar a Copa se tivessem comparecido. Na verdade, Di Stefano, Pelé e Maradona foram, cada um, na sua respectiva época, extraordinários jogadores.
JUVENTUDE NÃO SE AJUDA
Enviado Quarta-feira, 16 de setembro de 2009 às 16:20:53 |
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Marcos Denner e Mendes: esperanças para tirar o Ju do rebaixamento
O Juventude não consegue se tranqüilizar, continua sua via crucis na Série B ameaçado pela C. O Verdão com o empate na noite de ontem diante do Paraná em um gol está agora a apenas um pontinho para se igualar ao Duque de Caxias que é o quarto na zona do rebaixamento. O Juventude é o 16º com 28 enquanto que o Duque está com 27 na 17ª . O ABC com 25 também lutar para tentar sair desta detestada zona que rebaixa os time para Série C em 2010. O Duque de Caxias venceu o Fortaleza, de virada, por 4x3, e o ABC tocou 3x0, no Bahia. O Ju, por outro lado, não se ajuda. Marcou passo em Curitiba ao permitir que o time paranaense empatasse aos 42 minutos do segundo tempo, quando tudo estava a indicar que venceria o jogo. Neste sábado, o Verdão recebe o Fortaleza, 16h, no Jaconi, em jogo que só a vitória interessa. Mas, depois, têm duas pedreiras fora de casa, o Bragantino e o Vila Nova. Oremos...
SITUAÇÃO ANGUSTIANTE
A situação do time é angustiante. Matematicamente ele precisaria ainda de cinco vitórias para poder fugir da Série C. Teria que chegar, no mínimo, segundo projeções aos 44 pontos. O único objetivo agora é safar-se do rebaixamento, não pode haver nenhuma outra prioridade. Nestas alturas dizer-se que o time é ruim, inconfiável, é chover no molhado. A cacaca já está na mesa. Os que estão ai vão precisar de um grande esforço e superação para impedir que o Ju seja rebaixado.
DENNER/OÁSIS
Marcos Denner é um oásis no grupo do Ju. Com oito gols ele tem feito a sua parte para tentar tirar o time da zona do rebaixamento.. É uma pena que os demais não o acompanham. Se o Ju tivesse mais alguns jogadores com o seu perfil o time podia estar melhor colocado.
CAXIAS INCÓGNITA
O time misto do Caxias vai se recuperando na Copa Arthur Dallegrave, mas não impede que a frustração pela final da Série C permanece. A chamada Copeta não desperta atenção de ninguém tanto que teve um jogo em Caxias, na semana passada, onde nem 40 torcedores se fizeram presentes. A grande incógnita é quanto ao futuro do Caxias. Com uma certa surpresa o clube mandou o Ademir do Reis de volta para as categorias de base e promoveu o desconhecido Walter Neto para ser o interino. Ele apenas estaria preparando o terreno para o futuro técnico grená que, segundo se comentam pode ser novamente o Gilson Kleina, cuja ultima imagem é a eliminação do Caxias da Serie C em 2008, depois de ser derrotado pelo Esportivo.
LUCIANO ALMEIDA
O Caxias dispensou Luciano Almeida. Uma das justificativas seria o seu salário, a outra que é jogador não teve um bom rendimento. Tudo bem, é um direito do clube. Eu acho que o atleta, por ser cria do clube, bi-estadual de juniores, jogador importante identificado com o clube durante muitos anos merecia ter tido uma consideração maior por parte da direção. Segundo o Luciano em declaração à imprensa, ele foi demitido via telefone que não era mais jogador grená. Pelo seu passado de Caxias, o Caxias podia tê-lo comunicado no clube, cara a cara e não por telefone. Era o mínimo que o Caxias devia fazer com o Luciano porque ele merecia esta consideração.
JOVENS E TALENTOSOS I
Zezinho tem encontrado algumas dificuldades no time do Ju. Ele não tem conseguido repetir as atuações de seus primeiros jogos. Provavelmente porque passou a ser mais bem marcado. Ou talvez porque o sucesso lhe subiu a cabeça Ou talvez porque o time do Ju é deficiente e acaba estourando no garoto. Espera-se que nos próximos jogos ele possa voltar a mostrar o mesmo futebol que encheu os olhos dos torcedores. Durante a semana ouvi de que é difícil um jovem com 16 a 17 anos conseguir se consolidar e manter um bom nível de atuações seguidas. Continuou achando que um “fora de série” já demonstra estas qualidades quando ainda é jovem dentro da tese de “ que quem é bom é bom”. Há alguns exemplos famosos de jovens atletas que estrearam, arrebentaram e nunca mais saíram dos times e se tornaram grandes ídolos.
JOVENS E TALENTOSOS II
Tesourinha, estreou no Inter com 17 anos e nunca mais saiu. O mesmo ocorreu com Zizinho (era Zizinho mesmo) estreou no Flamengo com 17 anos. Flavio Minuano fez sua estréia no Inter com 16 anos. Alcindo (Bugre) assumiu a titularidade do Grêmio com 16 anos. Claudiomiro (Bigorna) com 15 anos entrou num Gre-Nal, fez o gol da vitória e nunca mais saiu do time do Inter. Ronaldinho Gaúcho, com 17 anos, era titular do Grêmio (a não ser pela teimosia do Celso Roth). Isto sem esquecer obviamente do Pelé, que com 16 anos era titular do Santos. Do Ronaldo Nazário, que com 17 anos já era ídolo do Cruzeiro. Do Denner, com 17 anos ídolo da Portuguesa. Robinho, com 18, já se destacava no Santos. Alexandre Pato que com 17 anos foi campeão mundial pelo Inter. A lista é enorme. Mas vou parar por aqui.
DUPLA GRE-NAL
O Inter perdeu dois jogos no Beira-Rio que poderão ser fatais para suas pretensões de ganhar o brasileirão. As derrotas para os desfalcados Corinthians e Cruzeiro foram, na verdade, uma repetição de equívocos e erros estratégicos. O colorado entrou desorganizado, confuso e acabou sofrendo duas derrotas. Tite tem mudado o esquema a cada jogo e isto prejudica uma continuidade. Foram seis pontos que não estavam nos planos serem perdidos. E se tivessem sido obtidos poderiam ter deixado o colorado na liderança com cinco pontos na frente do segundo. Vai ser difícil recuperá-los. Já o Grêmio, como quem não quer nada, vai chegando. Se mantiver a média de vitórias no Olímpico e der prosseguimento ao resultado positivo que conseguiu contra o Náutico, fora de casa, vai acabar chegando no G-4 e talvez até ir mais longe.
IMPEACHMENT PODE VIRAR UM TIGRE DE PAPEL
Enviado Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 às 18:00:52 |
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Deputado Ivar Pavan (PT) aceitou abertura do processo de impeachment contra a governadora Yeda Crusius (PSDB)
Desde 1890, quando adotamos o sistema republicano, é a primeira vez que um governador do RS, no caso uma governadora, Yeda Crusiu (PSDB), sofrerá um processo de impeachment movido pela Assembléia Legislativa.
O grande jurista Ruy Barbosa definiu bem o que é um pedido de impeachment, contra uma autoridade governamental. “É um tigre de papel, é feio pela carranca, mas não assusta ninguém”, disse a águia de Haia. O que ele quis dizer, em outras palavras, é que este tipo de processo geralmente é arquivado por falta de provas, especialmente se a parte atingida tiver maioria no parlamento, o que parece ser o caso do atual governo.
Arquivamento?
Dificilmente alguém perde seu mandato num cargo executivo através de um impeachment. Até porque, geralmente, se este pedido parte da oposição, e a situação tem maioria no parlamento, acaba se transformando num processo político ideológico e arquivado. Acredito que somente se surgirem provas irrefutáveis e não indícios, acontecerá algo diferente, como, por exemplo, fazer com que deputados que hoje estão na base de apoio ao governo votem por sua cassação.. Senão nada acontecerá, a não ser um violento desgaste ao Governo do Estado notadamente a governadora Yeda Cusius. Nestes próximos dias, e se o processo tiver andamento nos próximos meses, o governo, ou a chamada máquina pública estadual, pode, simplesmente, parar.
Desgastar
Deve-se, porém, destacar que o debate político é importante. Todas às vezes, desde que se tenham argumentos e provas para processar uma autoridade por crimes contra o erário público, deve-se fazê-lo. Afinal, é a missão do legislativo fiscalizar o executivo em nome do povo. Pavan, ao solicitar o impeachment, deve ter novas provas que realmente incriminem a governadora, ele diz que há 26 fortes indícios. Só por indício o processo não deve ter vida longa. Alguns analistas entendam que o principal objetivo da chamada oposição estadual é tentar desgastar o máximo possível a imagem do Piratini, visando as eleições de 2010. Mesmo que, muitas vezes, caso nada for provado, possa se transformar o réu, no caso a Yeda, em vitima.
26 indícios
São raros os casos de afastamento. O Presidente Fernando Collor, em 1992, acabou renunciando impedindo que isso ocorresse. Nos Estados Unidos o presidente Richard Nixon, em 1974, tomou a mesma medida quando sentiu que a Justiça americana iria cassar o seu mandato. O presidente da Assembléia Legislativa anunciou que aceitou o pedido feito pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais do RS. Segundo Pavan, 26 fortes indícios de improbidade administrativa embasaram sua decisão. O pedido de impeachment foi apresentado em 9 de julho. No dia 18 de agosto, Pavan formou uma comissão técnica para analisar a solicitação.
Parecer
O presidente da Assembléia também se reuniu com a juíza Simone Barbisan Fortes, da 3º Vara Federal de Santa Maria, e obteve acesso à integra da ação movida pelo Ministério público Federal contra Yeda. A próxima etapa agora é a leitura da decisão de Pavan em plenário na próxima terça-feira. Depois será criada uma comissão composta por dois terços dos deputados. Eles elegem um presidente e um relator para o processo de impeachment. Em 10 dias é concedido um parecer e é deliberado se a Casa admite ou arquiva o processo.
VEREADORES: DEVE FICAR TUDO PARA 2012
O aumento do número de vereadores de 17 para 23 deve ficar mesmo para a eleição de 2012, com posse em janeiro de 2013 mesmo que a Câmara Federal tenha aprovado em primeiro turno a emenda constitucional que aumenta o número de vereadores e tenha criado dúvidas, como, por exemplo, da retroatividade e da possibilidade dos suplentes ainda assumirem nesta legislatura. É provável que na votação do segundo turno as coisas sejam melhores definidas e a emenda passe a valer mesmo a partir das eleições de 2012, pois se o Congresso aprovar a posse ainda nesta legislatura e inclusive com retroatividade, a partir de 1º de janeiro de 2009, a interferência do Supremo Tribunal deverá ser inevitável.
É o que acredita o presidente da Câmara, Elói Frizzo (PSB), e como destaca o professor de Direito Constitucional, Paulo Weschenfelder, em entrevista na página 9, desta edição, quando afirma que “o Congresso não tem poderes para eleger vereadores, quem os elege é o povo”.
Em outubro de 2008, a população foi às urnas, no caso de Caxias, para eleger 17 vereadores e não 23. Há também o dado de que em alguns municípios haverá a diminuição de duas vagas, passariam de nove para sete vereadores. Ora, se a medida for adotada agora, dois deles terão que ser cassados?. Seria um absurdo, daí porque ninguém acredita que ela vingue ainda nesta legislatura embora as pressões insuportáveis dos suplentes que querem chegar logo ao pote de ouro e não esperar mais três anos. Em todo o caso, como neste país a seriedade foi para a cesta do lixo a muito tempo é melhor puxar o freio.
25 VEREADORES?
Uma das saídas para se diminuir as despesas, mesmo aumentando o número de vereadores, seria diminuir os salários dos edis, dos CCs, etc. Uma pergunta que não quer calar: se Caxias chegar aos 500 mil habitantes na eleição de 2012 a Câmara não poderá ter 25 vereadores ao invés de 23?
SEIS SUPLENTES
Caso for confirmado que a emenda passe a vigorar, ainda nesta legislatura, seis suplentes estariam habilitados para assumir a “Casa do Povo”. São eles: Elói Frizzo (PSB) Ary Dallegrave (PMDB), Clauri Flores (PT), Guiovane Maria (PT), Pedro Incerti (PDT), e Osvaldo Della Giustina (DEM). Os ex-vereadores Zoraido Silva (PTB) e Deoclécio Silva (PMDB) ficariam como suplente. Se a emenda valer somente para a próxima legislatura, o que parece e ser o inevitável caminho jurídico, os seis vão ter que se eleger, a exemplo dos atuais 17, em 2012, para assumirem em janeiro de 2013.
CONTESTAÇÕES
Há quem conteste, e com uma dose de razão, se haveria realmente necessidade de se aumentar o número de vereadores sob a alegação de que 17 parlamentares é um excelente número para se fiscalizar o executivo e promover projetos, ou aprová-los ou não, desde que eles tragam bem estar e progressos para população. Há quem têm posturas mais radicais defendendo que as câmaras não deveriam receber salários com a formação de uma comissão de cidadãos que se reuniria uma vez por mês para tratar de projetos e votá-los.
REPRESENTATIVIDADE
Os que defendem um número maior de vereadores falam de aumentar a representatividade do povo para que todos tenham voz na Câmara Os gastos, obviamente, serão maiores, mesmo que fiquem dentro do orçamento estabelecido, porque não há matemática que a desminta, Se houver mais seis vereadores haverá mais despesas, com seis novos gabinetes, um pequeno exército de CCs e assim por diante.
PLEBISCITO
O pré-sal, a aquisição de material bélico da França, por alguns bilhões de reais, com a justificativa do Brasil se proteger de interesse e da cobiça de estrangeiros, pode ser a senha ou o sinal para que alguém resolva encaminhar um emenda á constituição pedindo um plebiscito. Nele o povo aprovaria ou não a prorrogação do mandato do presidente Lula ou no
mínimo para que ele possa concorrer novamente à presidência. Tudo em nome da segurança nacional e da governabilidade para que Lula possa dar seguimento ao seu projeto. Com diriam os primeiros imigrantes italianos, ao chegar por aqui: “su con le reccie”.
GOVERNABILIDADE?
Um dos principais argumentos para “encobrir” as “tramóias” e os “trambiques” do Sarney e mantê-lo na presidência do Senado, tanto por parte do governo como de setores do PT, centrais sindicais, etc, sempre foi para que o PMDB continuasse a apoiar o governo Lula em troca de cargos. Foi citada exaustivamente a citação: “em nome a governabilidade”. Rebuscando a história constatei que em 1933, o chanceler Adolf Hitler deu fogo no parlamento alemão justificando que era “em nome da governabilidade”. Depois foi o que se viu. Foram 12 anos de loucura cujos resquícios permanecem até os nossos dias.
NOS PRÓXIMOS QUATRO JOGOS TRÊS SÃO FORA
Enviado Sexta-feira, 11 de setembro de 2009 às 17:55:32 |
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Ivo Wortmann terá que organizar melhor o time
A vitória de 2x0 sobre o Brasiliense, no meio da semana, no Jaconi, dá ao Ju a certeza de que no final desta rodada, independente do que acontecer ele não estará na zona do rebaixamento. Com 27 pontos o Ju respira de forma ofegante na 14º colocação bem próximo do América-RN, Vila Nova e Duque de Caxias, este com 24 pontos é o quarto rebaixado. O Duque enfrenta neste sábado, em Goiás, o Vila Nova que tem 26 pontos o mesmo do América. O ideal é que América e Duque de Caxias percam. Mas o mais importante é que o Ju projete vitórias nos próximos jogos, tarefa nada fácil pois do quatro a seguir, três são fora do Jaconi onde o Ju tem tido más atuações.
Nesta terça enfrenta o Paraná, em Curitiba, depois recebe em casa o Fortaleza. Posteriormente, são dois jogos seguidos fora, Bragantino e Vila Nova. Segundo os matemáticos, o Ju terá que vencer no mínimo seis dos próximos 15 jogos para ter a certeza de que não será rebaixado. Vai ter que melhorar e muito seu aproveitamento porque até agora em todo o campeonato obteve apenas sete vitórias. A partir de agora este é o único compromisso do Verdão, afastar-se do rebaixamento. A vantagem do Ju é que há times piores do que ele atrás na pontuação, como são o Campinense. ABC, Fortaleza e Duque de Caxias. Mas tem que abrir o olho, pois se estes times começarem a vencer a coisa ficará mais feia ainda porque, aí, talvez, seis vitórias podem ser insuficientes.
QUAL É O PROJETO GRENÁ PARA 2010?
Depois de ter sido eliminado da Série C, o Caxias passou a disputar com um time misto a Copa Arthur Dallegrave onde faz campanha irregular, com três derrotas, duas vitórias e um empate. O único resultado que mexeu um pouco com a sofrida massa grená foi a vitória de 3x1 no Ca-Ju no Jaconi, mas com a ressalva que o Juventude jogou com seu time B. O treinador interno Ademir do Reis faz o que pode. Ele é um bom profissional compenetrado, estudioso de futebol, que nos anos 90 foi bi-gaúcho de juniores cujo time tinha entre outros Washington, Delmer, Luciano, e outros jovens que depois despontariam para o futebol brasileiro. Mas o Ademir não faz milagres com o grupo que tem em mãos. Ele poderia ter uma oportunidade mais ampla, com um time mais qualificado e com um melhor planejamento. Ele tem sido apenas um “quebra-galho” do clube quando este fica sem treinador. O que preocupa no Caxias é que já estamos na metade de setembro e ainda não se sabe o que o clube fará até o fim do ano em termos de grupo, de contratações, de comissão técnica. O que se sabe é que a reapresentação do grupo não acontecerá mais dia 14/09 mas sim dia 1º de outubro. Espera-se já com uma nova Comissão Técnica e com definições de grupo..
SIMULAÇÃO
Se o lance do primeiro pênalti contra o Brasiliense, que abriu o caminho da vitória do Ju, tivesse ocorrido em Brasília, na Boca do Jacaré, a arbitragem o marcaria? Provavelmente daria até um cartão amarelo por entender que Zé Carlos forçou a queda simulando o lance. Eu acho que não foi pênalti, o Zé Carlos deu uma bela simulada. Mas foi bom para o Verdão que, a partir daí, começou a ganhar o jogo. As arbitragens já prejudicaram o time em outros jogos, beneficiá-lo de vez em quando não faz mal a ninguém, a não ser para o adversário e para a lisura da competição.
SEM CONVENCER
O Ju venceu, mas, mais uma vez, não convenceu. Faltou futebol embora tenha sobrado raça, garra, e vontade de ganhar. Mas apenas esses elogiáveis atributos não serão suficientes para o Verdão planejar mais seis vitórias. Vai ter que apresentar mais futebol e uma melhor organização dentro do campo. Senão a sombra do rebaixamento acompanhará o time até o final. Para enfrentar o Paraná Ivo não contará com os experientes Lauro e Zé Carlos por causa do cartão amarelo.
LÊ
Com três gols (dois dele no Juventude) na Copeta, o atacante Lê vem se destacando, no time misto do Caxias, do Caxias. Recordo-me de sua estréia, em março de 2003, no Centenário, contra o Internacional. O Caxias venceu por 3x1 e Lê teve uma estreia espetacular, marcou os três gols. Depois acabou indo para o Atlético do Paraná, mas não foi aproveitado. Uma semana antes o Inter vencera o Gre-Nal, no Olímpico, por 2x1. Muricy Ramos era treinador do colorado dede janeiro e promoveu no clássico as estreias dos então garotos Nilmar e Daniel Carvalho, esse marcou o gol da vitória. Eles eram a maior atração do jogo contra o Caxias. Mas quem foi vê-los acabou assistindo o Lê.
ESPORTIVO
Na edição passada, focalizamos a angustiante situação do Esportivo de Bento Gonçalves, que no último dia 28 de agosto completou 90 anos, sem festas, e com a ameaça de fechar seu futebol. Neste momento em que o Esportivo atravessa uma forte crise, sem apoio da comunidade, das elites econômicas da cidade, é bom lembrar que o clube fechou seu departamento de futebol durante quatro anos, entre 1958 e 1961, sem apoio da comunidade e por causa de uma avassaladora crise financeira que se abateu sobre o clube. E para piorar, um forte vendaval, em março de 1960, arrasou com o velho pavilhão de madeira da área social arrastando-o para o centro do gramado da Montanha, que tinha sido inaugurado em 1944. O estádio era um escombro só, parecia que tinha sido bombardeado.
AMADORISMO
Depois disso, ninguém acreditava que o Esportivo voltaria. Mas, graças ao esforço de alguns abnegados, e antigos esportivistas, ele retornou em 1962, mesmo sem pavilhão social, exclusivamente com jogadores oriundos do forte campeonato amador da cidade, que se transformara, neste período, na única opção esportiva da cidade. O clube voltou com jogadores amadores, cuja maioria era de Bento, sem receber salário, inicialmente. Em meados de 1963, sob liderança dos empresários Carlos Dreher e Aclidio Mielli, foi iniciada a reconstrução do pavilhão da área social, e as arquibancadas no lado norte e leste, inaugurados em 1965.
IMBATÍVEL
Em 1969, no ano do seu cinqüentenário, com o apoio maciço da indústria, do comércio, da Prefeitura, e da comunidade, montou um time fortíssimo tendo Abílio dos Reis como treinador, cuja base permaneceria até 1974, ganhou a II Divisão que lhe garantiu o acesso a Série A do Gauchão em 1970, juntando-se ao Flamengo e o Juventude como os representantes da Serra. Nos próximos 20 anos o Esportivo seria praticamente um time imbatível na Montanha.
TIMES
Neste período, organizou alguns dos times mais fortes de sua história e da história do interior do futebol gaúcho tendo sido várias vezes o melhor do interior, 3º colocado no Gauchão. Naqueles anos, o Gauchão começava em fevereiro e terminava no final de agosto, em turno e returno, com todos jogando entre si. Depois tinha a Copa Governador do Estado que ia até dezembro.
VICE
Em 1979, sagrou-se vice do Gauchão. Era para ter disputado a Série A daquele ano com o Grêmio, o campeão, como os dois representantes do futebol gaúcho, no maior campeonato do Brasil. Mas, por não ter estádio o Esportivo ficou fora. O Inter, que chegara em terceiro lugar no Gauchão, ocupou a vaga. E, por uma ironia do destino, o colorado se sagraria tri-brasileiro invicto. Seu último título do brasileirão.
JOGADORES
Com jogadores como Neca, Lairton, Paulo Araújo, Ruy, Décio, Gasperin, José, Gonha, Carlos Miguel, Luiz Freire, Jânio, Adilson, Zico, Celso Freitas, Carlão, Valnil, João Carlos, Tovar, Toninho Fronza, Raquete, Renato Gaúcho, Arilson, Mauro, Guilherme Macuglia e muitos outros, sob o comando de Abílio dos Reis, Ênio Andrade, Carlos Froner, Francisco Netto, Valdir Espinosa e outros, tornando-se num verdadeiro pesadelo para a dupla Gre-Nal. Será que o Esportivo terá que fechar novamente, como fez em 1958, quando tinha 39 anos, para sensibilizar a comunidade de Bento e recomeçar tudo de novo?
FECHAR
Fechar o departamento de futebol, não foi apenas privilégio do Esportivo no passado. O Flamengo, aqui em Caxias, fechou no final de 1943, só reabrindo no final de 1947, descontente com o monopólio econômico da empresa Eberle, no futebol da cidade. Voltou a fechar em 1972, com o surgimento da Associação Caxias e não reabriu mais com este nome, mas como SER Caxias, em 1976. O Juventude também fechou o seu futebol em 1972, reabrindo em 1975, quando desligou-se da Associação Caxias.
NILMAR
A imprensa do Rio e São Paulo, passou toda a segunda, terça e quarta, enchendo a bola do Adriano Imperador. Era Imperador para cá, Imperador para lá. Nada sobre Nilmar, era como se ele não existisse na seleção. Depois do jogo, 4x2 para o Brasil, contra o Chile, todas as luzes foram para o Nilmar que marcou três gols e teve excelente atuação. Acho que adquiriu seu passaporte para a África. Nilmar pode estar rompendo a “panela” de proteção a Robinho, que tem jogado mais na mídia do centro do país do que dentro do campo.
RECORDISTAS
Poucos jogadores marcaram três gols pela seleção em apenas um jogo. Nilmar juntou-se a super-estrelas do futebol brasileiro, como Pelé, Leônidas da Silva, Ademir de Menezes, Romário, Ronaldo Nazário, que também assinalaram três gols em apenas um jogo. Porém, o recordista foi Evaristo de Macedo, que em 1957, pela Copa América daquele ano, marcou cinco gols nos 9x0 que o Brasil aplicou na Colômbia.
GRIPE A: UM BOM TRABALHO DE PREVENÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO
Enviado Sexta-feira, 04 de setembro de 2009 às 16:39:55 |
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Alaor quer maior proteção para o idoso nos hospitais
Segundo avaliação da Secretaria Municipal de Saúde, o pico maior da epidemia da gripe A entrou em declínio. O momento mais grave da epidemia ocorreu na segunda quinzena de julho e primeiros dias de agosto quando se chegou a se criar inclusive um clima de medo entre a população, com alguns exageros, obviamente. Na metade de julho os índices chegaram a 51%, mas no final de agosto baixaram para 25% o que estaria provado que o surto maior passou ou no mínimo declinou. Porém, é bom lembrar que a volta não está descartada, conforme avaliação da Secretaria da Saúde, Caxias tem 55 casos de gripe A confirmadas, 10 morreram sendo que cinco residem em Caxias e os demais na região. Os números diminuíram tanto que foram desativados o Hospital de Campanha e o pronto-atendimento II. É inegável que o trabalho de prevenção feito pela Secretaria da Saúde, sob a liderança da médica e secretária Maria Antoniazzi, foi muito bom tanto nas práticas médicas como também na conscientização das pessoas, pois o caxiense, neste período, acabou mudando ou aperfeiçoando hábitos de higiene e limpeza e isto provavelmente deve se transformar em procedimentos rotineiros daqui para frente. Todas as providenciais possíveis foram tomadas e provavelmente estas medidas serviram para evitar que mais mortes ocorressem. Anuncia-se a liberação do remédio Tamiflu e que em abril do ano que vem a população será vacinada contra a gripe A. Em todo o caso, mesmo que ela esteja declinando é bom ficarmos antenados e alertas.
Vereador quer que estacionamentos contratem apólices de seguro
O Vereador Moisés Paese (/PDT), protocolou um projeto de lei para que os estabelecimentos de estacionamentos ofereçam seguro aos veículos dos cliente. Ele afirma que apesar de não serem cobrados, os estacionamentos como do Big, Záffari ou Carrefour , entre outros de menor porte, oferecem uma falsa segurança. Por isso Moisés protocola o projeto que determina que os estacionamentos particulares, contratem apólices de seguro durante o período que cliente usufruir do serviço. É um projeto preventivo. Principalmente para o pequeno comerciante, que não teria condições de arcar com um valor de R$ 50 mil, para ressarcir o cliente que teve o carro roubado. A Vereadora Geni Peteff (PMDB), sugere que isso seja estendido ao estacionamento público também. “Na rua nós pagamos e não temos seguro nenhum” lembra.. Paese afirma que ainda essa semana vai ingressar com o projeto de Lei, que obriga a concessionária do serviço rotativo de Caxias do Sul a contratar seguro aos veículos avariados nas ruas. O projeto será agora avaliado pela Comissão de Constituição
E Justiça. Se for aprovado irá ao plenário para votação. Acho o projeto interessante. Afinal, se a pessoa paga para estacionar e assim deixar seu carro em boas mão, em outras palavras, seguro, ele precisa ter a garantia que, em caso de batida, roubo, furto ou qualquer outro problema, ele seja ressarcido.
IDOSOS COM DIREITO A ACOMPANHANTE
Outro interessante projeto foi liberado pela Comissão de Justiça da Câmara. Trata-se do Projeto de Lei de autoria do Vereador Alaor de Oliveira (PMDB) que assegura ao idoso, com 60 anos ou mais, internado nos hospitais da rede pública e privada do Município de Caxias do Sul o direito a acompanhante. O Vereador argumenta que, há quatro anos, com a entrada em vigor do Estatuto do Idoso, “reconhecia-se o direito de que, quando internado ou em observação em um serviço de saúde, o idoso tinha o direito de ser acompanhado, devendo o serviço proporcionar as condições adequadas para tanto. Verifica-se, no entanto, que na prática isso não tem ocorrido. Os hospitais têm impedido esse direito, adquirido através da lei federal, aos idosos” enfatiza Alaor. O projeto volta para votação em plenário. O problema maior neste projeto é fazer com que a lei seja cumprida pelos hospitais. Cabe a prefeitura fiscalizar.
DENÚNCIA I
O vereador tucano Daniel Guerra (PSDB) fez graves denúncias na Câmara contra subprefeituras do interior de Caxias mais especificamente contra o subprefeito de Galópolis, Mário Pinto, dizendo que tem havido desvio de brita, horas extra não realizadas e uso do maquinário para obras em áreas privadas da localidade, confundindo o público com o privado. Diante da denúncia a prefeitura, através da Procuradoria Geral do Município abriu uma sindicância para apurar os fatos.
DESFECHO
O Secretário de Obras, Celso Empinotti não acredita que Pinto e os demais subprefeitos confundam o público com o privado e ele diz ter certeza que tais fatos não aconteceram. Mas garante que entre ele achar e o que a sindicância poder apurar pode haver diferenças. Falou que vai aguardar o desfecho do caso, embora ressalte acreditar na lisura do seu trabalho à frente da subprefeitura de Galópolis, como dos demais em todo o interior. Antecipou que Mário Pinto, enquanto correr a sindicância, não será afastado, ele permanecerá no cargo.
CONTRAPONTO?
O que chamou atenção neste episódio é que os vereadores Mauro Pereira (PMDB) e Marcos Daneluz (PT), como num contraponto as denúncias de Guerra e talvez tentando esvaziá-las, ocuparam o plenário da Câmara para encher a bola de todos os subprefeitos de Caxias, elogiando seus trabalhos, destacando os esforços e a lisura de seus procedimentos. Na verdade, o vereador Guerra, desde que assumiu, tem sido um cobrador radical da lisura no serviço público e este seu comportamento tem incomodado e como. Especialmente o executivo e a maioria dos parlamentares da Câmara.
TRANSPARÊNCIA
O legislativo nunca conviveu com um vereador tão incisivo em suas posturas em defesa da transparência no serviço público como o Guerra. E tal comportamento tem, obviamente, seus desgastes, pois mexe e vai contra a antigas e tradicionais práticas de sempre se dizer amém e aceitar tudo. Na verdade, o que está em jogo nestas denúncias é se elas são verdadeiras ou não. Presume-se que Guerra tenha as provas do que está denunciando.
VINHOS: QUALIDADE
As três empresas que mais exportam vinhos no país são de Bento Gonçalves. A Aurora, a Miolo e a Valduga. Um prêmio ao profissionalismo e investimentos que estas empresas têm feito ao longo dos anos em termos tecnológicos e na busca da qualidade de seus produtos. A Miolo e a Valduga, empresas familiares, fazem parte também do Vale dos Vinhedos, uma das maiores atrações turísticas do RS.
AURORA
A Aurora é uma das maiores cooperativas vinícolas da América Latina. Em anos passados passou por enormes dificuldades fruto de má gestão de seus diretores provocado inclusive uma intervenção dos associados que derrubaram a direção e elegeram outra com o apoio do governo federal. A cooperativa, porém, recuperou-se e hoje voltou a ser novamente um modelo de organização e estrutura. E de bons vinhos.
DOGMA
“Lula é um dogma. Diante dele abole-se o sentido crítico. É como desconfiar da virgindade de Nossa Senhora. Fácil era esculhambar o FHC”. Arnaldo Jabor, cineasta e jornalista, criticando a omissão dos intelectuais brasileiros diante da crise de ética na política que assola o país.
007
Vira e mexe ficou tudo na mesma. Como se fosse o James Bond, o OO7, Sarney, mais do que nunca agora tem liberdade (007 era para matar) para voltar as antigas práticas como nomear familiares, amigos para cargos públicos, voltar assinar atos secretos, etc. Enfim fazer todos os tipos de trambicagem que sempre caracterizaram sua longa carreira iniciada ainda nos distantes anos 50, na ala jovem da UDN de Carlos Lacerda, que em 1953 conspirou contra a criação da Petrobrás e Eletrobrás, fazendo o jogo das multinacionais americanas e inglesas, que em 1954 contribuiu para levar Vargas ao suicídio e que em 1964 comandou politicamente a queda do Jango. Vai longe este Sarney e com as benções do presidente da República.
Unidade de Pronto Atendimento II (P.A. II) encerrou suas atividades na sexta-feira, dia 04 de setembro. A Unidade iniciou os trabalhos no dia 07 de julho e servia de suporte para o Pronto Atendimento e demais serviços de saúde do município. O P.A. II funcionava no prédio da rua Sinimbu, nº 2231, onde hoje está instalada a Vigilância Ambiental.
GRIPE A II
Esse serviço foi criado como forma de atender a crescente demanda das doenças respiratórias nos meses de junho, julho e agosto. Além do P.A. II, o Hospital de Campanha montado para dar suporte aos hospitais, também foi fechado. Durante seu funcionamento, o Hospital de Campanha atendeu 95 usuários que foram encaminhados tanto por hospitais, quanto por serviços de saúde do município que integram a rede SUS. O serviço terminou seus atendimentos no dia 31 de agosto e também funcionava no prédio do antigo P.A, na Sinimbu.
FORA DE VITORIAS NÃO HÁ SALVAÇÃO
Enviado Sexta-feira, 04 de setembro de 2009 às 16:33:05 |
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Esperança é que Denner volte a marcar gols
O Juventude não consegue se consolidar como time de futebol. Quando se espera que comece a dar certo ai não acontece nada. Depois de duas excelentes atuações contra o Guarani, goleando-o por 4x0, no Jaconi, e empatar com o bom Ceará, no Castelão, em zero gols, o Ju teve uma atuação sofrível contra o modesto Duque de Caxias, no Jaconi, empatando em zero gols. E era para ter sido derrotado, pois as melhores chances foram para o modesto time do Rio de Janeiro. Os seis mil papos (esperava-se dez mil no mínimo) que foram ao Jaconi saíram frustrados. Era uma tarde magnífica de muito sol, o time vinha de duas belas atuações e havia a expectativa de que a vitória viria ao natural. A lesão de Lopes, logo no início, prejudicou o time, mas enquanto esteve campo Lopes também nada havia apresentado. Um time sem força, criatividade, desorganizado, falho na marcação no meio e na defesa e com um ataque que se limitou ao esforço isolado do Marcos Denner. Muito pouco. Precisa vencer o jogo deste sábado, 16h, em Natal, contra o ABC. Uma derrota pode levar o Verdão de volta a zona do rebaixamento. Depois, dia 8, voltará a jogar em Caxias recebendo o Brasiliense. Em seguida, irá a Curitiba enfrentar o Paraná. Não é preciso dizer que fora de vitórias não há salvação.
UM ANO DEPOS DO TÚLIO CHEGA O TATO
Um ano depois de ter tentado com Túlio Cunha Lima, o Caxias volta a contar com um dirigente remunerado na área de futebol. Tato, ex-jogador conhecido nacionalmente por sua passagem pelo Fluminense, nos anos 80, foi contratado como diretor de futebol com a missão de formar a equipe grená para 2010 e levar o clube de volta à Série B do Campeonato Brasileiro. A decisão visa liberar os dirigentes do futebol, Alceu Fassbinder e Zoilo Simionato, do dia-a-dia do clube e colocar um profissional remunerado na função. Vanderlei Bersaghi permanece como o supervisor. Conhecido no futebol por Tato, o paranaense Carlos Alberto de Araújo Prestes foi indicado ao Caxias pelo técnico Gílson Kleina. Trabalhou na área do futebol no Paraná Clube, Paysandu, Ipatinga, Gama e Caldense. Tato vai comandar o futebol, concentrando-se inicialmente na avaliação de atletas e na montagem da equipe para 2010. “A grande idéia é a gente subir o time para Série B do Brasileiro no ano que vem. Com a minha experiência no futebol, tanto como jogador quanto dirigente, espero somar para alcançarmos essa meta”, afirma Tato.
NÃO AO IMEDIATISMO
Acho válida esta tentativa, porque no futebol moderno esta figura é importantíssima. Trata-se de alguém que vai ser o elo de ligação do futebol com o presidente do clube e que avaliará as contratações e indicações. Só espero que ele tenha efetivamente carta branca para agir, mandar e decidir as coisas do futebol grená, pois, pelo que sei, nos bastidores, na última experiência com o Túlio Cunha Lima houve problemas de relacionamentos. Dizem que Doraci dos Reis, no início de 2007, também enfrentou os mesmos problemas. O ideal seria que Tato assumisse com a área do futebol totalmente arejada com pessoas de sua confiança e não com quem não tem mais nada pára acrescentar em termos de eficiência ao Caxias. Enfim, que fosse um Caxias oxigenado e novo no futebol. Espera-se, como diria o saudoso Carlos Froner, de que não haja “inimigos de trincheira” ao trabalho de Tato no Caxias. E que se dê ao Tato um período longo para trabalhar e que se acabe com o imediatismo que tem caracterizado o clube.
ÍDOLOS
O artilheiro Mendes não está conseguindo mais decolar no ataque do Ju. De ídolo máximo da papada hoje ele é reserva de Marcos Denner. Zezinho, outro ídolo, também caiu de produção nos últimos jogos. Espera-se, porém, que logo eles possam voltar a jogar o futebol que todos conhecem para ajudar o Verdão nesta Série B.
COPA
Depois de vencer o Ca-Ju, pela Copa Arthur Dallegrave, no Jaconi, por 3x1, com um time misto, e enfrentando o B do Verdão, o Caxias joga, nesta segunda, dia 7, em Pelotas, com o Brasil. Ademir do Reis, treinador bi-gaúcho de juniores pelo Caxias nos anos 90, é o tático interino.
KLEINA I
Cada vez mais crescem os comentários de que Gilson Kleina, que foi quem indicou Tato, pode ser o novo treinador. Acho o Kleina um profissional sério, aplicado, esforçado, mas seu trabalho no Caxias foi muito óbvio, sem que nada de especial acontecesse. Nunca houve a definição e a consolidação de um time forte mesmo que tenha sido ele quem teve o maior tempo de trabalhar de todos os treinadores que por aqui passaram na Era Voges.
KLEINA II
E foi numa época que o presidente estava liberando recursos maiores para o futebol. Venceu uma copeta, em cima do Brasil, em 2007, mas sempre como se estivesse usando uma camisa de força, no limite. Em 2008, foi um fiasco na Série C, sendo eliminado precocemente. E outra coisa: se vir, o Tato, que ele indicou como o homem forte do futebol, fica numa situação no mínimo constrangedora, pois na prática Kleina estaria subordinado a ele, não é? Ou será que não?
TATO
Tato era o chamado ponteiro esquerdo, de excelente técnica, veloz e driblador. Se como dirigente de futebol do Caxias repetir estas qualidades o clube contratou um excelente profissional. Tato é da geração de Jandir, René Weber, surgida nas categorias de base do Internacional, no final dos anos 70 e anos 80. Como os três não foram aproveitados, como deveriam, acabaram indo por empréstimo para o Fluminense do Rio onde se consagraram e jogaram num dos melhores times da história do Flu, campeão brasileiro.Tato é irmão do lateral Paulo Roberto, que também surgiu no Inter e não foi aproveitado e depois fez sucesso durante anos no Atlético-MG.
ESPORTIVO
A noticia vem de Bento. O Esportivo, que no último dia 28 de agosto comemorou 90 anos – 28/08/1919 - (juntamente com o Juventude – 29/06/ 1913 – são os clubes de futebol mais antigos em atividade da região italiana, ambos são dos anos 10 do século passado) –, pode fechar por falta de apoio da comunidade, A situação é tão difícil que inclusive o tradicional jantar de aniversário foi suspenso por falta de pessoas interessadas em participar. O Esportivo, que nas décadas de 40/70 e 80, montou alguns dos times mais fortes da história do interior do futebol gaúcho, a partir dos anos 90, e neste século 20, começou a perder espaços e apoiamentos.
RENOVAÇÃO
A indústria moveleira que, nas décadas de 70 e 80, ajudou a montar times poderosos, tirou seu apoio de campo diminuindo as verbas até retirá-las definitivamente. Não houve renovação de dirigentes vitoriosos e liderança na cidade. A ida do Esportivo para a Montanha dos Vinhedos, a quatro quilômetros do centro, num local isolado, e escuro à noite, considerado uma área de risco para assaltos, também começou afugentar as pessoas pela longa distancia e pelos maus times montados.
MONTANHA
A velha Montanha ficava a pouco mais de 300 metros da área central, e durante 60 anos (1944/2004) sediou jogos memoráveis do azul e branco. O Esportivo podia ter ampliado a velha Montanha, fazendo uma reengenharia e ocupando melhor os espaços nas áreas norte e leste. Podia ter feito um estádio com capacidade para 15 mil pessoas (capacidade da nova Montanha) ou até mais. E teria permanecido no coração da cidade. Acho que houve um erro de avaliação.
LIDERANÇAS
Mas, na verdade, nestes últimos anos, a nova geração de bentogonçalvenses, que não vivenciou os grandes times do passado, abandonou o clube (isto sem esquecer das lideranças econômicas e políticas da cidade) e se bandearam de corpo e alma para dupla Gre-Nal. É uma lástima. Se as forças vivas de Bento se unissem em torno do clube, o Esportivo poderia montar um dos times mais fortes do Rio Grande do Sul e começar a se habilitar para uma Série D, C, B e assim por diante.
Poucos sabem, o Esportivo fechou seu departamento de futebol durante quatro anos, entre 1958 e 1961, por causa de uma forte crise financeira que abateu sobre o clube, sem apoio da cidade o clube fechou. E para piorar, um forte vendaval, em 1960, arrasou com o pavilhão de madeira da área social arrastando-o para o centro do gramado do estádio inaugurado em 1944. O estádio era um escombro só, parecia que tinha sido bombardeado.
Depois disso ninguém acreditava que o Esportivo voltaria. Mas ele voltou em 1962, mesmo sem pavilhão social, exclusivamente com jogadores oriundos do forte campeonato amador da cidade que se transformara neste período na única opção esportiva da cidade. O clube voltou com jogadores amadores nascidos em Bento, sem receber salário inicialmente.. Em 1965, sob liderança dos empresários Carlos Dreher e Aclidio Mielli, foi reconstruído o pavilhão da área social, e as arquibancadas no lado norte e leste.
Em 1969, no ano do seu cinqüentenário, com o apoio maciço da indústria, do comércio, da Prefeitura, e da comunidade, montou um time fortíssimo tendo Abílio dos Reis como treinador, ganhou a II Divisão que lhe garantiu o acesso à Serie A do Gauchão em 1970, juntando-se ao Flamengo e o Juventude como os representantes da Serra no Gauchão. Nos próximos 20 anos o Esportivo seria praticamente um time imbatíve na Montanha e organizou alguns dos esquadrões mais fortes de sua história e da história do interior do futebol gaúcho.
Com jogadores como Neca, Lairton, Paulo Araújo, Décio, Gasperin, José, Gonha, Luiz Freire, Adilson, Zico, Celso Freitas, Carlão, Toninho Fronza, Raquete, Renato Portaluppi, Arilson, Guilherme Macuglia e muitos outros, sob o comando de Enio Andrade, Francisco Netto, Valdir Espinosa e outros tornando-se num verdadeiro pesadelo para a dupla Gre-Nal.. Será que o Esportivo terá que fechar novamente, como fez em 1958, quando tinha 39 anos, para recomeçar tudo de novo?