Quem se habilita a administrar Caxias 2013/2016
Enviado Terça-feira, 31 de janeiro de 2012 às 15:43:02 |
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Estamos no aguardo dos outros pré-lançamentos de candidatos (o PT já apresentou oficialmente o deputado federal Pepe Vargas) a prefeito e vice para as eleições deste outubro próximo vindouro. Torcemos e é bom para a cidade e a democracia que tenhamos muitas opções/espectros de candidatos que se apresentem para a que deveria ser a mais nobre das funções de uma cidade.
Muitos dos partidos da cidade e seus dirigentes nacionais já prometeram que lançarão candidatos, e nós estamos, na Gazeta e pessoalmente, de olho nestes partidos e candidatos, para conferirmos se é discurso fácil, estratégia antiga ou nova atitude na política local, estadual e nacional.
Relembrando:
- O PT disse que teria candidato e já o lançou, eliminando desde cedo a disputa interna que dividia a sigla em três pré-candidatos, agora unidos na solução encontrada/negociada.
- O PDT fala em consenso em torno de seu nome (que seria o deputado Alceu Barbosa), mas não faz seu lançamento oficial como pré-candidato, por temer implodir a grande aliança que pretende herdar.
- O PMDB, que diz ser o maior partido da cidade, afirma que tem vários nomes para oferecer a prefeito e que decidirá após a Festa da Uva ou só em junho, momento das convenções municipais. Tem de três a quatro pré-candidatos proibidos de se autolançarem.
- O PSDB, que também diz ser o contraponto natural e grandioso da política nacional e estadual, diz que lançará candidatos em todas as médias cidades do Brasil, segundo seus caciques. Em nível local o partido encolhe a cada eleição, fruto de caciques com pouca pretensão. A conferir.
- O PCdoB ameaça que tem candidato forte através de seu federal Assis ou sua candidata à senadora bem votada, Abigail, mas parece conformar-se, como é de praxe, nas últimas décadas a coligar-se para manter cadeira na Câmara. Seria natural e honesto que tivesse candidato.
- O PTB apequena-se a cada eleição municipal, pelo receio de suas lideranças em perder eleições que poderiam ter ganhado, como a vice de Sartori em 2004 e 2008, ou a vice de Pepe em 2008, aceita e rejeitada em poucas horas. O medroso não mete medo em ninguém.
- O PP promete candidato à majoritária em pelo menos nas últimas quatro eleições municipais, mas caciques antigos, e agora não mais entre nós, negociavam com siglas mais glamourosas ou fortes para conquista de cargos/migalhas que fazem o partido minguar a cada eleição. Tem bons novos nomes, ainda não testados em conquistas de prefeitura ou vice.
- O PSB, partido que cresce forte no Brasil e no RS, também promete candidatura própria certa, se não conquistar vaga em outra majoritária, mas é preciso esperar para sentir se é jogo de busca de poder, blefe ou se os projetos estadual e federal serão cumpridos por aqui.
- O PRB diz a plenos pulmões que seu vereador Renato Nunes será seu candidato a prefeito, mas não o lança como pré-candidato oficial. Será por quê?
- O PSol, parece, terá disputa interna entre vários pretendentes a candidatos a prefeito. Seria surpresa se fosse estratégia para conquistar vice de outra coligação.
- O DEM promete lançar candidato na figura do ex-presidente da CIC, mas não organiza evento oficial para seu lançamento e nem é firme na construção da aliança definitiva que pretende ou quer.
Em um mês volto ao assunto.
25º ano
Enviado Segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 às 16:57:52 |
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Dentro da política de aproveitar oportunidades históricas para marcar pontos, consolidar posições conquistadas, avançar com decisão nos momentos que alguns descansam ou relaxam, acelerar nos momentos de ultrapassagem ou coragem nos momentos de instabilidade ou perigo, chegamos a Ed. 901 de nossa Gazeta de Caxias, com ainda poucas novidades, embora já perceptíveis nesta edição. Diagramação mais leve e moderna, novos e diferentes textos produzidos por profissionais inéditos e competentes que não haviam ainda passado pelas páginas de nosso semanário local, nova editoria e mais abrangentes os temas das áreas de política, cultura, economia e esportes, carros chefes dos qualificados leitores deste jornal que comemora seu 25º ano de circulação com a pretensão de que seja o melhor, mais frutífero e o mais fundamental possível na história a contar de nossa Caxias do passado e professoral, incisivo, esclarecedor na história a construir da Caxias do futuro. A edição ainda poderá melhorar, com certeza, mas o convite é que você, leitor, ajude na crítica, participação e opinião das próximas visitas que faça ao nosso site ou no recado que possa nos passar para melhor aproveitamento em futura edição.
E CAXIAS COMEÇOU 2012, nesta última semana
A decisão favorável à Prefeitura para o seguimento das obras do Marrecas, a liberação para a preservação do entorno da área da Viação Férrea, o burburinho e início da campanha para a Festa da Uva do próximo dia 16, a primeira reunião-almoço da CIC, com tema envolvendo economia privada e soluções possíveis para a área pública e a boa decisão do Tribunal de não incorporar ganhos de não concursados, nos bons e quase todos justos salários dos hoje concursados, desinchando parte da “gordíssima” conta salário da nossa Prefeitura nos da alento e coragem para iniciarmos ano de acompanhamento, análise e exaltação das glórias e mazelas de nossa Caxias.
ELEIÇÕES 2012
Embora ainda incipiente para os eleitores comuns, fervem nesta temporada de veraneio no litoral e nos partidos da cidade, as articulações, buscas e acertos/propostas para composições partidárias e de coligações para a eleição que buscará a conquista de 23 novas cadeiras na Câmara Municipal e principalmente a conquista ou reconquista da Prefeitura Municipal para os grupos políticos locais. Consolidadas as candidaturas do PT em todas as suas correntes internas que indicaram novamente o deputado Pepe Vargas como seu nome único, e bem encaminhada e lançada informal e fortemente a candidatura do PDT, através do deputado Alceu Barbosa Velho, que busca consolidar-se como o continuador da obra e coligação liderada até aqui pelo prefeito Sartori PMDB. O PCdoB e o PTB até aqui são os rejeitados, eternos segundos das duas principais coligações e buscam valorizarem-se cobrando espaços políticos retirados injustamente de seus quadros. O PCdoB deve vingar-se com a candidatura Assis Mello e o PTB, preterido por duas vezes na vice das coligações que apoiaram Sartori, dando vaga a Alceu, embora tendo quadros equivalentes, à época, minguou, ficou sem bancada e quase desapareceu. Quer cobrar o preço. E deve, para o seu bem e para que a cidade o conheça e respeite.
UM ANO PARA COMEMORAR
Enviado Sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 às 10:24:27 |
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Embora os pessimistas de plantão sejam ou foram maioria nas últimas décadas, quiçá séculos, o novo Brasil do século XXI é como país e como nação formada por território mais brasileiros de carne e osso, mais feliz, mais consciente de sua importância no novo mundo, mais orgulhoso de seu povo e sua incipiente forte economia, política social e inserção global.
Formar uma nação que tenha orgulho não é pouco não, seja para o Brasil seja para qualquer dos milenares povos ocidentais ou europeus. E embora longe do que merecemos ou queremos para este país das oportunidades, das águas e florestas em abundância e da escola e cultura ainda como encargo juvenil, ao invés de oportunidade de ascensão social, econômica e de multiplicação das realizações do próprio e dos que os envolve, temos avançado a passos largos nas quase duas décadas com pouca inflação, alguma política social e maior transparência das mazelas, maracutaias, desvios e vícios de seus cidadãos e representantes.
Portanto, embora o caminho seja longo, quiçá eterno, para que cheguemos aonde deveremos ou deveríamos nos colocar, avançamos mais do que velhos e acomodados países que outrora eram ou ainda são sonho de economias e estados de bem estar social. A curva inverteu-se rapidamente e hoje e amanhã tudo indica tenhamos mais humanos sonhando na vida e viagem a “terra do pau-brasil”, do que aos eternos e caretas sonhos da Disneyworld, Eiffel, Coliseu ou Big Ben.
Otimismo, ordem, trabalho e gente feliz, a base de forte ascensão estratégica estão aí para que, melhorando cada dia mais, alcancemos as ainda muitas etapas para a felicidade coletiva, que nunca esteve tão perto, embora ainda longe do horizonte do olhar.
A LAMENTAR
* a senhora! de 90 anos, filha do governador de 1894, ainda solteira (se casar perde a pensão vitalícia), com filhos, dona de cartório, continua com a pensão mensal vitalícia de R$. 16.000, e poucos. É direito adquirido, dizem. E os bandidos ainda não a acharam, mas Deus ou eles haverão de achá-la. E levá-la para longa viagem.
* em alagoas, no nordeste brasileiro os agentes públicos concederam aumentos de 109% à quase totalidade das “castas” públicas do Estado. De novo não se entende para que as bombas guardadas se há tanto espaço e necessidade para seu uso.
* o Congresso Nacional, que NÓS elegemos, é um amontoado de grupos que se autoprotegem, se autoaumentam, se autodenunciam e fonte de pagamentos, aumentos, regalias, direitos aos que se organizam em categorias, organizações ou grupos de pressão. Do que daí resulta, dizem, é problemas dos administradores públicos, que por fim são os próprios coletivos..
*Os supersalários de Caxias do Sul já aumentaram mais duas vezes, foram criados para evitar pagamentos de horas extras. Sabe o que acontece hoje? Alguns detentores não mais aceitam a “dedicação integral de tempo” que recebem. Só a remuneração já incorporada. Bomba.
FELIZ 2012.
O ANO QUE SE ENCERRA
Enviado Sexta-feira, 16 de dezembro de 2011 às 14:39:19 |
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Na área da política federal, como em tudo, temos algumas boas e muitas más notícias.
Dentre as boas destaco a ação que começa na sociedade civil e espraia-se rapidamente pelas novas redes sociais, de movimento pela política para os fichas limpas, que pode começar a valer em 2012 e o movimento pelo e para a fim (redução) da corrupção. Combinado com o novo jeito de pouco acobertamento das denúncias de autoridades, via mídia, maior liberdade de imprensa das últimas décadas e maior e mais firme atitude das autoridades federais com os envolvidos em atos de corrupção, é um tênue e positivo sinal de melhora para o Brasil e os Brasileiros.
De negativo, um Congresso ainda velho nas figuras e práticas republicanas. Prioridade às gastanças sem limites para a máquina pública, corrupção e falta de coragem e vontade política para as reformas necessárias e caras (queridas) para o cidadão. Resolveremos isto com renovação mais acelerada destas figuras velhas e velhacas.
Da área da política estadual, um primeiro ano do governo Tarso, PT, e Assembléia Legislativa, aquém do necessário. Embora difícil sempre o 1º ano, pelas heranças recebidas dos governos que saem, esperávamos reformas mais profundas na máquina, administração e obras públicas. Mas as contradições entre o governo eleito e as organizações sociais como CPERGs, Associação dos Delegados e de várias categorias do serviço público frearam ações políticas e as reformas prometidas e esperadas para os gaúchos comuns e importantes que são maioria e deveriam ser prioridade de qualquer governo eleito. De positivo a tentativa de barrar, vitaliciamente a pensão para ex-governadores, e respostas rápidas à deterioração de estradas estaduais.
Na nossa Caxias do Sul, a política não é muito diferente da do resto do Brasil. Aumentamos o número de vereadores a serem eleitos em 2012 de 17 para 23, com mais assessorias, bancadas, comissões e máquina pública cara e pesada. Foram 14 a favor e três contrários. O ex-presidente Moisés Paese, PDT, renunciou, devolveu valores indevidos apenas depois de descoberta as retiradas ilegais e está na fila para 2012 ter mandato cassado e ficar inelegível. Uma boa e má notícia que se entrelaçam. Os supersalários foram expostos, o que é positivo para a sociedade civil e negativo para nós que fomos (muitos) responsáveis por estas distorções salariais que envergonham os trabalhadores comuns. A Rua Irma Valiera, embora devesse estar aberta há 25 anos, ainda enrola-se na administração pública, pois há pressões para manter espaços de estacionamento/carga/descarga de restaurante ou interesse financeiro imobiliário. O Motel Florense continua lá, fechando meia Rua Marechal Floriano. A Rua Os 18 do Forte continua fechada entre o Salão Paroquial de Lourdes e a Feijó Júnior. E a chácara dos Eberle foi liberada para virar Bairro. E a greve dos médicos continua.
De positivo a Rua Visconde de Pelotas foi aberta 50 anos após do que deveria. O estacionamento central começa a melhorar, embora continue pedindo descentralização do uso da área central. O valão dos Braga, no bairro Fátima Baixo, foi saneado e removido por obra e graça dos governos municipal e federal em parceria, as estradas do interior melhoraram, a Universidade Federal pode chegar a Caxias ou região e não tivemos escândalos horríveis de corrupção na cidade, o que não é pouco.
Elegemos, por fim, quinta, a nova Mesa da Câmara de Vereadores. Com Geni, PMDB, à frente pode fazer um grande trabalho saneador e moralizador. Mas a chance é pequena, depois da boa e moralizadora gestão de Daneluz, PT, Mauro, PMDB, Renato Nunes, PRB, Alaor, PMDB, e Vinicius, PDT, que respaldaram atitudes de coragem e inéditas na política local. A exemplo da gestão de Vinícius, para o quadro efetivo da Câmara, felizmente terminou. Para nós, cidadãos, tomara que seja uma continuidade do que foi iniciado e proposto nas administrações que pensam antes em quem os elegem e só após administram com responsabilidade as poucas necessidades ainda não conquistadas pelos quase “marajás” municipais. Experiências não faltam a Geni, Chico, Alaor & Cia. Sorte e coragem.
UM ANO PARA COMEMORAR/FESTEJAR/TRABALHAR
Enviado Sexta-feira, 02 de dezembro de 2011 às 18:20:16 |
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Adentrar no 25º ano de veiculação de um semanário como a nossa GAZETA DE CAXIAS, numa cidade como Caxias do Sul, exigente de qualidade e sucesso, dinâmica na cobrança de performances e atenta a oportunidades e defeitos detectados em quaisquer de seus quadros, empresas, pessoas ou entidades, é motivo de comemoração, sim, festa, por que não?, mas principalmente compromisso e oportunidade de bons e novos trabalhos para manter e ampliar os espaços conquistados até aqui e com “foco” obrigatório, como tradição e exigência da terra no avanço, crescimento, novos projetos.
Nasci aqui no longínquo 1951, trabalho aqui desde a década de 60 e procuro apenas nestes primeiros anos do novo século um ritmo menos frenético do que a cidade quer, tem e exige de quase todos seus bons e competentes empreendedores. Mas tenho prática, experiência, verdadeiro tesão pela boa “briga” por espaços conquistados, por novas conquistas e pelas confirmações, sempre necessárias, na terra de nossos feitos ou projetos. Por isto o caderno especial que lança os 12 meses de trabalho e comemoração do 25º ano de circulação.
Nascemos como o pequeno e importante “O Pellegrino” em novembro de 1987 pelo idealismo , competência e sonho dos irmãos Sérgio e Milton Tieppo, coordenadores, e Juçara Tonet Dini, Jornalista Responsável, que lançaram o mensário que pretendia e contou por três anos a história, exaltou seus homens e mostrou as carências e oportunidades do bairro-cidade, o nosso São Pelegrino. Mas ontem e hoje (e o será neste próximo ano) não é fácil fazer jornal comunitário numa terra de gigantes em todas as áreas, inclusive a de mídia como Caxias do Sul. Por isto, envolvido na comunidade por laços de gratidão, colaboração e compromisso, concordei em tentar continuar o projeto que parava por falta de patrocinadores, anunciantes, colaboradores. Deu certo e valeu à pena.
Muitos amigos ajudaram na linha editorial e no aconselhamento de matérias diferentes, que exaltassem nossos trabalhadores, forjadores de uma cidade de vencedores, de audaciosos, de empreendedores, de pequenas e numerosas celebridades da vida gaúcha e brasileira. Sem estes bons e fundamentais parceiros não teríamos chegado à metade da estrada percorrida.
Viramos semanário e em cores ainda em 1995, já com linha editorial ampliada para as coisas, fatos, lutas e glórias de toda a Caxias do Sul da época e fruto desta nova linha ampliada adveio a consequência lógica e natural. Se tratávamos das coisas e fatos da cidade, precisávamos um nome e marca que refletisse e citasse que éramos de e para a cidade. A campanha comunitária para a escolha do novo nome foi linda, participativa e envolvente. Apareceram muitos nomes interessantes, mas os mais votados foram Gazeta de Caxias e Correio de Caxias. Ficamos com o 1º.
Comemoraremos este 25º ano de circulação com o “pé no fundo”. Aceleraremos, pois temos e vemos veículos de qualidades chegando com sucesso. Temos sempre um que nos motiva e desafia a nossa frente. Temos ao nosso lado bons novos projetos florescendo. E no nosso encalço, felizmente temos e teremos por muito tempo, muitos dos idealistas de plantão que nos ajudam a sonhar maior, escrever melhor, cobrir mais, vender nossa “boa” Caxias. E torcemos que continuem “bons”, pois será necessário para nos acompanhar nesta cruzada nova em que vamos melhorar, crescer, contratar, ampliar páginas, pessoas e qualificar a edição, editorias e equipamentos/tecnologia.
Novo e mais atualizado site, novas editorias, nova fotografia, diagramação e “foco” começarão a aparecer durante cada um dos 12 meses de comemoração; compromissos que se iniciam com este caderno especial da 1ª edição de dezembro de 2011 e acontecerão em várias edições até o ápice do projeto que se expira/implanta em novembro de 2012. Você está, é e será convidado a acompanhá-lo a cada edição.