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AH, AS HISTÓRICAS FAXINAS

Enviado Sexta-feira, 26 de agosto de 2011 às 14:35:05 | Nenhum comentário »

Tenho me detido a pensar e estudar nos lances da política nacional deste ano da graça de 2011.

DILMA/Temer PT/PMDB, a presidenta e vice eleitos para comandar o país no quadriênio 2011/2014, numa disputa e embate eleitoral contra SERRA/Indio PSDB/DEM no já longínquo novembro de 2010, vem mês a mês dando toques políticos novos, estranhos para os leigos, perigosos para os partidos e seus representantes eleitos.

 Nos primeiros meses de governo petista e meio peemedebista, a oposição demo-tucano era raivosa, violenta, forte e representada pelos dois principais líderes dos partidos perdedores. O senador Álvaro Dias PSDB-PR no Senado e o deputado ACM Neto DEM-BA na Câmara dos Deputados. Nem Aecinho PSDB-MG, nem Simon PMDB-RS, nem Agripino Maia, Jarbas, Demóstenes e outros figurões apareciam tanto quanto os raivosos líderes.

A presidenta Dilma respondia com exaltação aos governos Itamar 1992/1993 e FHC de 1994/2002, que controlaram a inflação com o plano Real e iniciaram a política social com o pequeno, minúsculo, mas importante bolsa-escola. Participava ela e o governo com mensagem e presença física em eventos comemorativos dos 80 anos do ex-presidente FHC, veiculava publicidade oficial com fotos e citações da Escola Ruth Cardoso e outros sinais de nova boa política.

E parecia vencer resistências pessoais com a política macro de todos pelo novo Brasil.

E tudo está indo bem até que estouram os escândalos dos Ministérios dos Transportes, da Articulação Política, da Defesa, do Turismo e da Agricultura, com seus DNIT, frases desconjuntadas, aviões de combate, verbas de turismo e Conabs brasileiras. Todas falcatruas de decênios de anos, se não séculos, de corrupção de agentes públicos e políticos, que cada vez mais, fruto das más eleições de parlamentares e governos fisiológicos, desgastam o eleitor, a  população brasileira e sua classe governante.

A oposição, com raras e importantes exceções, o que fez? Pediu a F A X I N A.

CPIs, demissão de políticos e apaniguados políticos, defenestração de partidos, tudo é motivo aparente de demonstração de faxina, que agrada eleitores e desagrada a classe política. Mas o perigo não são as faxinas e sim os motivos e ideias perversas e desonestas de alguns que as pedem ou defendem ardorosamente no Congresso e nos partidos. Não falo de unanimidade, falo de maiorias.

A oposição apoia e pede FAXINA IMEDIATA, COMPLETA E IRRESTRITA DOS ATUAIS CORRUPTOS, neste momento, em grande parte, pois pensa conseguir, com a saída e desagrado de partidos e figuras da base parlamentar de Dilma/Temer, enfraquecer seu governo, perder apoio parlamentar, reduzir a base de sustentação política do Congresso Nacional e inviabilizar a médio/longo prazo o governo que se inicia. São todos da oposição? Não, são apenas muitos.

Getúlio, Jânio e Collor morreram, renunciaram, foram cassados por motivos parecidos. E o povo piorou de vida a curto prazo.

Por isto, a torcida e o apoio à faxina possível, no tempo necessário, na pressa inteligente e lenta da democracia incipiente e firme do Brasil do século XXI.

E mais EDUCAÇÃO ao povo brasileiro, para nos momentos “importantíssimos”, onde é ele o senhor da nação brasileira, no dia da eleição, fazer a FAXINA necessária, urgente e positiva da política nacional.

AS CRISES

Enviado Sexta-feira, 19 de agosto de 2011 às 17:57:28 | Nenhum comentário »

A crise econômica mundial que se iniciou com o efeito “subprime” na economia norte americana 2008/09, com os bancos americanos/mundiais indo se socorrer no quebrado governo americano, que fabrica dólares americanos para o mundo comprar cada vez mais barato e financiar a farra das elites econômicas mundiais, fincadas suas bandeiras e pessoas nas economias americanas e europeias desde a revolução industrial do século XVIII até o início do século XXI, portanto há mais de 200 anos. Aberta a porta de como se financiam e se financiavam as pretensas maiores economias do planeta, com seu estado de bem social, suas leis politicamente modelos e suas catastróficas ações de pouca ou nenhuma sustentabilidade do planeta do futuro, tanto em matéria de economia globalizada como em meio ambiente sustentável e com a mídia instantânea para a notícia do bem e do mal, dos governos e seus bons e maus governantes/administradores, a rachadura na estrutura que se apoiava à crença mundial se expôs, apareceu, propagou-se como prioridade global a ser consertada.

A segunda onda desta crise mundial, que passou pelos auxílios às economias da Grécia, Irlanda, Itália e Espanha, chega agora em 2011 com descobertas de que o caixa do governo americano está a menos X trilhões de dólares, a dívida e a economia da França e até da Alemanha não era tão sólida e responsável como se pensava, e tudo ligado a tudo, é preciso parar, reorganizar, responsabilizar o mundo do século XXI.

E tudo parece indicar que China, Índia, Brasil e África do Sul serão os novos líderes da locomotiva mundial. Bom se conseguirem avançar também na educação de seus povos, pois empresários, trabalhadores, governantes de países surgem de seus cidadãos comuns e reagem a longo prazo proporcionalmente à educação/cultura que possuem.

 

A crise política nacional, que se iniciou no governo Dilma com a descoberta do enriquecimento rápido e suspeitíssimo do ex-número um do governo Antônio Palocci, PT-SP, chefe da Casa Civil em junho p.p e que de lá para cá já derrubou mais três ministros e quatro dezenas de grandes ordenadores de despesas e embolsadores de propinas com os Ministros Alfredo Nascimento, PR-AM, dos Trasnportes e seus apaziguados do ministério e do DNIT com seus aditivos superfaturados, continuou com o falastrão ex-ministro Nelson Jobim, PMDB-RS, que entendia-se acima dos com votos populares detentores de autoridade eleitoral defenestrado em boa hora pela presidenta brasileira e culminou na última quarta, 17, com a saída do todo poderoso Wagner Rossi, PMDB-SP, ex-ministro da Agricultura, e principal nome do vice-presidente Michel Temer, PMDB, no ministério Dilma/Temer PT/PMDB composto há menos de 8 meses. É notícia triste a realidade de descobrir sermos nós cidadãos contribuintes, roubados a cada dia pela má política/administração de nossos governantes, mas auspiciosa, nova, alentadora e positiva a notícia/constatação de que pelo aparte possível está sendo punida, revelada, afastada, defenestrada da administração e política nacional. Isto é totalmente novo na relação política nacional. Os desvios, corrupção, mau uso do recurso público vêm de longos séculos e conhecido há muitas décadas. A novidade é sua ainda incipiente punição, seus agentes serem jogados à justiça para defesa, provas possíveis e reabilitação.

O próximo passo é torcer para que continue a “faxina” política nacional, e que nossa educação cidadã tenha memória para não reconduzirmos, pelo voto popular, pessoal, insubstituível e soberano estes “esqueletos eternos” de volta ao poder nacional, estadual e municipal dos executivos e parlamentos brasileiros.

 

E.T. - E o Rio Grande do Sul e o Brasil ganharam novo ministro da Agricultura nesta quinta,18, na pessoa e representatividade do peemedebista Mendes Ribeiro filho único do deputado federal do PMDB gaúcho eleito fazendo campanha pela chapa PT/PMDB. O RS ganha mais um representante no poder central nacional, o PMDB gaúcho e Caxiense, mais tucano na última década do que autêntico, perde força na tentativa de impor-se como opção nacional ou estadual, pois seu principal nome estadual passa a ser agora o novo ministro.

E.T -  E o PSDB, o PRB, o PSB, o PCdoB, o PSol, o PP, o PT e o PDT já garantiram que terão candidato a prefeito/vice em Caxias. Os que estão mentindo ou blefando não deveriam ser votados para nada mais.

A conferir.

A S E M A N A

Enviado Sexta-feira, 12 de agosto de 2011 às 18:22:34 | Nenhum comentário »

Em Caxias a Câmara de Vereadores, através de 14 votos favoráveis e 3 contrários, nossos vereadores aumentam para o limite máximo permitido (23) a nova composição do Poder Legislativo a ser eleito em outubro de 2012 p.v, com futuro mandato de 2013 a 2016. Pela polêmica da votação, pela pouca ou nenhuma discussão comunitária ou com as entidades ou através de audiência pública como se usa hoje para quase tudo que tramita com polêmica, via legislativo, muitos dos líderes do movimento de aumento até o limite poderão pagar o preço da não reeleição prevista, mesmo entre as novas 23 vagas em disputa. Esta história será usada e reusada pelos novos candidatos que surgiram da discussão deste e outros projetos e será usada também, e maldosamente, pelos candidatos de menor índole no intuito de elegerem-se em cima do desgaste dos atuais legisladores/votantes da proposta polêmica.

O mais importante, no entanto, é a comunidade eleitora fiscalizar o Poder Legislativo no sentido de bem gerir os recursos públicos, com boa e forte fiscalização ao todo poderoso Poder Executivo, com o enxugamento da máquina pública, em especial o controle sobre criação de cargos de confianças e, principalmente, criar boas leis que melhorem a vida da cidade e de seus cidadãos/contribuintes. Isto bem feito, os deixa valendo cada centavo. Para outros de várias legislaturas, trabalhar de graça e sem assessorias para o município, se vereador de má qualidade ou má índole, é caro, custa caro, não vale a pena...

 

No Brasil político da semana, tudo fica melhor, com a descoberta de novos focos e personagens da corrupção brasileira, via indicações políticas com o intuito principal de arrecadar recursos para financiamento de campanhas partidárias, pessoais e propinas puras para “chefetes” de partidos da base de hoje, de ontem, de sempre. Fica melhor, se a presidenta conseguir governar, mas corre ela o risco, penso, de, ao tentar descortinar/demonstrar/destapar/desmontar o mapa da corrupção política nacional, ficar sem base parlamentar eleita e sofrer boicote/greve branca/revolta e até possível processo de impeachment por parte dos congressistas eleitos. Embora entendo estar Dilma e sua equipe “linha dura” no caminho correto e ideal, não acredito que possua força/base parlamentar fiel e suficiente, neste momento para o total desmantelamento da corrupção nacional que pretende debelar/permitir ser presa/denunciar/enquadrar. O rolo compressor de políticos calejados/coronéis/filhotes de coronéis e demais castas eleitas e reeleitas pelo povo ainda com pouca educação cívica, fruto de governos anteriores que não o educaram para subjugá-lo, não permitiram e penso não permitirão que compreendam, a curto prazo, a extensão e importância do ato de votar e suas importantes consequências.

 

No Mundo a crise avança, fruto de governos perdulários deste e de séculos passados, que se elegeram, reelegeram-se e elegeram seus filhos, filhotes e asseclas. É hora de pagar a conta. E o Brasil, como país novo de pouco mais de 500 anos, menos de 100 de democracia é hora de aprender, olhar e estudar o passado que deu errado e corrigir-se a tempo de continuar na linha de nação/país de futuro.  

VEREADORES: 21 OU 23 NÃO É O QUE MAIS IMPORTA

Enviado Sexta-feira, 05 de agosto de 2011 às 18:36:07 | Nenhum comentário »

A discussão apaixonante e apaixonada de quantos vereadores são necessários, para o bom ou ideal funcionamento da democracia representativa em Caxias ou qualquer das cidades brasileiras, é sim importante,  mas o número de cadeiras a elegermos na eleição de 2012 e as próximas que chegarão não é, não, o mais importante, a considerarmos o agora ou o futuro.

Caxias e o Brasil já funcionaram pior e melhor na representação política legislativa, ora com 21, agora com 17, e houve meses que funcionamos até com 13 vereadores muito recentemente. E já funcionaram, e bem, as Câmaras Municipais de Caxias e do Brasil com muitos vereadores, sem salários, sem cobranças excessivas em tempo e funções fora do espectro da responsável fiscalização ao todo poderoso Poder Executivo e na elaboração e discussão das leis, convênios e obras municipais.

Embora o movimento legítimo da sociedade, seja pela diminuição do máximo permitido pelo projeto do ex-deputado Pompeu de Matos PDT-RS (aquele que queria ser vice-governador na chapa Fogaça/Pompeu em 2010) não penso que Caxias gasta demais com a remuneração de seus 17 edis municipais.

Penso, sim e isto é importante, que Caxias e o Brasil repassam dinheiro demais para seus legislativos e gasta exageradamente com assessorias políticas desnecessárias, viagens turísticas suspeitas, diárias para engorda do subsídio, trabalhos e tarefas fora da função legislativa, com o incentivo à troca de partidos e criação de novas bancadas e cargos para acomodações, etc... etc... etc...

Fique o número de vereadores em 17, 21 ou 23 para as próximas legislaturas, é importante que estes grupos contrários ao pretenso “inchaço” das Câmaras Brasileiras, fruto do projeto, repito, do ex-deputado Pompeu de Matos PDT-RS, continuem alertas para o trabalho de cada um dos representantes/vereadores eleitos e marquem em quem votou e o que fez de correto e de condenável o seu e os outros vereadores eleitos durante todo o mandato. Costumamos tolerá-los e não fiscalizá-los no início e meio do mandato, quando acontecem as principais decisões e fiscalizá-los apenas nos últimos meses ou último ano, quando aparecem e mostram-se bonzinhos, sintonizados com a moral, a boa administração dos recursos públicos, blá,blá,bla...

É preciso lembrar de cuidarmos que os futuros representantes das comunidades na casa legislativa vieram de nossas comunidades do dia-a-dia, como sindicatos, associações de bairros, clubes sociais ou esportivos,distritos ou funções públicas anteriores. E, quase sempre, os maus representantes eleitos já deixaram no passado e no momento eleitoral sinais de desonestidade, corrupção, compra de voto o que já devia ter indicado o não voto dos honestos. Mas muitos de nós os elegemos pensando e torcendo para que eleito seja um bom/honesto representante. Estes, não o serão e já deveríamos sabê-lo de antemão, quando somos/fomos cúmplices de sua asserção política.

Mantida a desonestidade no mandato, mostram-se, não raro, fiéis representantes de seu eleitorado.

*Aliás, o Brasil continua melhorando na política. Mandar defenestrar ministro independente do governo como Jobim, PMDB, por quem foi eleito para o comando político brasileiro, é atitude perigosa , corajosa, mas salutar e auspiciosa.

 *Assistir este rapaz “Charlie Tecchio Colonetti” em várias oportunidades a emocionar Caxias e o Brasil pela retidão, humildade, emoção e, principalmente, “bom caráter”, é evento a comemorar/saudar/aplaudir/premiar.

AS ESTRADAS, OS ADITIVOS, AS POLÍTICAS E A CORRUPÇÃO

Enviado Segunda-feira, 01 de agosto de 2011 às 11:33:23 | Nenhum comentário »

É enorme e surpreendentemente surda (para os pouco atentos) a luta intestina que travam parlamentares eleitos por nós, povo brasileiro, para o Congresso Nacional e que nas últimas semanas tentam escapar da “pecha” de beneficiado (s) pelo dinheiro sujo, fruto das comissões corruptas de obras públicas e aditivos de licitações de obras públicas federais que aconteciam e, quiçá, ainda aconteçam, em menor número, no DNIT, órgão executor/autorizador das principais obras públicas do Brasil.

 A denúncia, que aconteceu via imprensa, e a notável e positiva ação da presidenta Dilma, que surpreendente e inflexivelmente já demitiu, afastou ou aceitou a demissão, a pedido de duas dezenas de diretores e presidentes de altos escalões da estrutura política e burocrática do Ministério dos Transportes, a grande maioria colocada e às ordens do Partido da República PR, que foi o principal sócio do PTB nacional nas denúncias do mensalão do já longínquo 2005, onde Roberto Jefferson pelo PTB, Waldemar Costa Neto pelo PR e José Dirceu pelo PT, foram as principais lideranças políticas envolvidas, dizia que Dilma, diferentemente que Lula, PT, Fernando Henrique, PSDB, Itamar Franco, PPS, e José Sarney, PMDB, que ajeitavam rapidamente seus apadrinhados, Dilma, por enquanto, enfrenta as agremiações partidárias e seus representantes eleitos com coragem, rapidez, firmeza e probidade estranha e diferente a classe dirigente histórica brasileira. Por ora, penso que positivamente, mas preocupa se lá adiante o troco que virá nas votações importantes e necessárias para continuar melhorando o Brasil não será forte e grande ao ponto de inviabilizar um governo novo e com menor mídia pessoal do que os que Dilma sucedeu.

Mas ver que as pessoas forjadas no serviço público, como Dilma, mas sem a carreira política tradicional como os demais que lá chegaram é mais independente, sintonizada com a maioria da população que é apolítica, é alentador e faz reforçar nossa crença, que a nível municipal e estadual também é necessária a renovação dos atuais eternos “sempre os mesmos” condutores políticos da saciedade eleitora.

Buscar lideranças com perfil de fazer o trabalho necessário (administrar uma cidade ou Estado) e voltar para o seu trabalho profissional é sonho de tantos de nós que, infelizmente, pela pouca educação política e cívica dos brasileiros, nos deixaram e deixam em ridícula minoria.

Mas devagarzinho a história recente mostra-nos que tínhamos ou temos razão em não elegê-los, reelege-los e deixá-los eternamente no comando político da sociedade. É preciso renovação, espírito público e novas ideias e pessoas. De Itamar para cá, passo a passo vamos melhorando, apesar das ainda insuportáveis denúncias que chegam.

E  A  GASOLINA  CONTINUA  A  0,22 AO LITRO MAIS BARATA DA MÉDIA CAXIENSE

Na sexta, 29, em que o assunto principal era o aumento do número de vereadores da cidade, de 17 para 23, já na próxima legislatura, votado em 1ª discussão na quinta, 28, e que terá solução e análise definitiva apenas ali em 10 de agosto p.v., passei duas horas da tarde de sexta observando os abastecimentos, comentários e satisfação/insatisfação dos usuários de combustíveis que abasteciam seus automóveis no posto de combustíveis que ousou vender gasolina mais barato da média dos postos caxiense. O preço era e é de R$.2.659 ao lt de combustível comum e as filas atrapalham o trânsito dos ônibus no corredor da Pinheiro Machado. E os azuizinhos e amarelinhos em cima, fazendo carros darem a volta na quadra Pinheiro/Feijó/Julio, Coronel para evitar acidentes, atraso de sinaleira e o que mais lhes solicitaram. É positivo ver os clientes elogiando a iniciativa, mostrando cálculos e notas fiscais, fazendo cálculos e planos de troca de local e posto, de propaganda boca a boca e até de campanhas de boicote, via intenet. Penso que este movimento é passageiro, embora positivo e que vem a denunciar a margem escondida provável, não admitida por muitos. O negócio, embora perigoso, é bom o suficiente para que dele não tenhamos facilidade de fazer parte, os simples mortais.

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