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UM ANO PARA COMEMORAR

Enviado Sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 às 10:24:27 | Nenhum comentário »
 
Embora os pessimistas de plantão sejam ou foram maioria nas últimas décadas, quiçá séculos, o novo Brasil do século XXI é como país e como nação formada por território mais brasileiros de carne e osso, mais feliz, mais consciente de sua importância no novo mundo, mais orgulhoso de seu povo e sua incipiente forte economia, política social e inserção global.
Formar uma nação que tenha orgulho não é pouco não, seja para o Brasil seja para qualquer dos milenares povos ocidentais ou europeus. E embora longe do que merecemos ou queremos para este país das oportunidades, das águas e florestas em abundância e da escola e cultura ainda como encargo juvenil, ao invés de oportunidade de ascensão social, econômica e de multiplicação das realizações do próprio e dos que os envolve, temos avançado a passos largos nas quase duas décadas com pouca inflação, alguma política social e maior transparência das mazelas, maracutaias, desvios e vícios de seus cidadãos e representantes.
Portanto, embora o caminho seja longo, quiçá eterno, para que cheguemos aonde deveremos ou deveríamos nos colocar, avançamos mais do que velhos e acomodados países que outrora eram ou ainda são sonho de economias e estados de bem estar social. A curva inverteu-se rapidamente e hoje e amanhã tudo indica tenhamos mais humanos sonhando na vida e viagem a “terra do pau-brasil”, do que aos eternos e caretas sonhos da Disneyworld, Eiffel, Coliseu ou Big Ben.
Otimismo, ordem, trabalho e gente feliz, a base de forte ascensão estratégica estão aí para que, melhorando cada dia mais, alcancemos as ainda muitas etapas para a felicidade coletiva, que nunca esteve tão perto, embora ainda longe do horizonte do olhar.
 
A LAMENTAR
* a senhora! de 90 anos, filha do governador de 1894, ainda solteira (se casar perde a pensão vitalícia), com filhos, dona de cartório, continua com a pensão mensal vitalícia de R$. 16.000, e poucos. É direito adquirido, dizem. E os bandidos ainda não a acharam, mas Deus ou eles haverão de achá-la. E levá-la para longa viagem.
* em alagoas, no nordeste brasileiro os agentes públicos concederam aumentos de 109% à quase totalidade das “castas” públicas do Estado. De novo não se entende para que as bombas guardadas se há tanto espaço e necessidade para seu uso.
* o Congresso Nacional, que NÓS elegemos, é um amontoado de grupos que se autoprotegem, se autoaumentam, se autodenunciam e fonte de pagamentos, aumentos, regalias, direitos aos que se organizam em categorias, organizações ou grupos de pressão. Do que daí resulta, dizem, é problemas dos administradores públicos, que por fim são os próprios coletivos..
*Os supersalários de Caxias do Sul já aumentaram mais duas vezes, foram criados para evitar pagamentos de horas extras. Sabe o que acontece hoje? Alguns detentores não mais aceitam a “dedicação integral de tempo” que recebem. Só a remuneração já incorporada. Bomba.
FELIZ 2012.

O ANO QUE SE ENCERRA

Enviado Sexta-feira, 16 de dezembro de 2011 às 14:39:19 | Nenhum comentário »
Na área da política federal, como em tudo, temos algumas boas e muitas más notícias.
Dentre as boas destaco a ação que começa na sociedade civil e espraia-se rapidamente pelas novas redes sociais, de movimento pela política para os fichas limpas, que pode começar a valer em 2012 e o movimento pelo e para a fim (redução) da corrupção. Combinado com o novo jeito de pouco acobertamento das denúncias de autoridades, via mídia, maior liberdade de imprensa das últimas décadas e maior e mais firme atitude das autoridades federais com os envolvidos em atos de corrupção, é um tênue e positivo sinal de melhora para o Brasil e os Brasileiros.
De negativo, um Congresso ainda velho nas figuras e práticas republicanas. Prioridade às gastanças sem limites para a máquina pública, corrupção e falta de coragem e vontade política para as reformas necessárias e caras (queridas) para o cidadão. Resolveremos isto com renovação mais acelerada destas figuras velhas e velhacas.
 
Da área da política estadual, um primeiro ano do governo Tarso, PT, e Assembléia Legislativa, aquém do necessário. Embora difícil sempre o 1º ano, pelas heranças recebidas dos governos que saem, esperávamos reformas mais profundas na máquina, administração e obras públicas. Mas as contradições entre o governo eleito e as organizações sociais como CPERGs, Associação dos Delegados e de várias categorias do serviço público frearam ações políticas e as reformas prometidas e esperadas para os gaúchos comuns e importantes que são maioria e deveriam ser prioridade de qualquer governo eleito. De positivo a tentativa de barrar, vitaliciamente a pensão para ex-governadores, e respostas rápidas à deterioração de estradas estaduais.
 
Na nossa Caxias do Sul, a política não é muito diferente da do resto do Brasil. Aumentamos o número de vereadores a serem eleitos em 2012 de 17 para 23, com mais assessorias, bancadas, comissões e máquina pública cara e pesada. Foram 14 a favor e três contrários. O ex-presidente Moisés Paese, PDT, renunciou, devolveu valores indevidos apenas depois de descoberta as retiradas ilegais e está na fila para 2012 ter mandato cassado e ficar inelegível. Uma boa e má notícia que se entrelaçam. Os supersalários foram expostos, o que é positivo para a sociedade civil e negativo para nós que fomos (muitos) responsáveis por estas distorções salariais que envergonham os trabalhadores comuns. A Rua Irma Valiera, embora devesse estar aberta há 25 anos, ainda enrola-se na administração pública, pois há pressões para manter espaços de estacionamento/carga/descarga de restaurante ou interesse financeiro imobiliário. O Motel Florense continua lá, fechando meia Rua Marechal Floriano. A Rua Os 18 do Forte continua fechada entre o Salão Paroquial de Lourdes e a Feijó Júnior. E a chácara dos Eberle foi liberada para virar Bairro. E a greve dos médicos continua.
De positivo a Rua Visconde de Pelotas foi aberta 50 anos após do que deveria. O estacionamento central começa a melhorar, embora continue pedindo descentralização do uso da área central. O valão dos Braga, no bairro Fátima Baixo, foi saneado e removido por obra e graça dos governos municipal e federal em parceria, as estradas do interior melhoraram, a Universidade Federal pode chegar a Caxias ou região e não tivemos escândalos horríveis de corrupção na cidade, o que não é pouco.
Elegemos, por fim, quinta, a nova Mesa da Câmara de Vereadores. Com Geni, PMDB, à frente pode fazer um grande trabalho saneador e moralizador. Mas a chance é pequena, depois da boa e moralizadora gestão de Daneluz, PT, Mauro, PMDB, Renato Nunes, PRB, Alaor, PMDB, e Vinicius, PDT, que respaldaram atitudes de coragem e inéditas na política local. A exemplo da gestão de Vinícius, para o quadro efetivo da Câmara, felizmente terminou. Para nós, cidadãos, tomara que seja uma continuidade do que foi iniciado e proposto nas administrações que pensam antes em quem os elegem e só após administram com responsabilidade as poucas necessidades ainda não conquistadas pelos quase “marajás” municipais. Experiências não faltam a Geni, Chico, Alaor & Cia. Sorte e coragem.

UM ANO PARA COMEMORAR/FESTEJAR/TRABALHAR

Enviado Sexta-feira, 02 de dezembro de 2011 às 18:20:16 | 1 comentário »
Adentrar no 25º ano de veiculação de um semanário como a nossa GAZETA DE CAXIAS, numa cidade como Caxias do Sul, exigente de qualidade e sucesso, dinâmica na cobrança de performances  e atenta a oportunidades e defeitos detectados em quaisquer de seus quadros, empresas, pessoas ou entidades,  é motivo de comemoração, sim, festa, por que não?, mas principalmente compromisso e oportunidade de bons e novos trabalhos para manter e ampliar os espaços conquistados até aqui e com “foco” obrigatório, como tradição e exigência da terra no avanço, crescimento, novos projetos.
Nasci aqui no longínquo 1951, trabalho aqui desde a década de 60 e procuro apenas nestes primeiros anos do novo século um ritmo menos frenético do que a cidade quer, tem e exige de quase todos seus bons e competentes empreendedores. Mas tenho prática, experiência, verdadeiro tesão pela boa “briga” por espaços conquistados, por novas conquistas e pelas confirmações, sempre necessárias, na terra de nossos feitos ou projetos. Por isto o caderno especial que lança os 12 meses de trabalho e comemoração do 25º ano de circulação.
Nascemos como o pequeno e importante “O Pellegrino” em novembro de 1987 pelo idealismo , competência e sonho dos irmãos Sérgio e Milton Tieppo, coordenadores, e Juçara Tonet Dini, Jornalista Responsável, que lançaram o mensário que pretendia e contou por três anos a história, exaltou seus homens e mostrou as carências e oportunidades do bairro-cidade, o nosso São Pelegrino. Mas ontem e hoje (e o será neste próximo ano) não é fácil fazer jornal comunitário numa terra de gigantes em todas as áreas, inclusive a de mídia como Caxias do Sul. Por isto, envolvido na comunidade por laços de gratidão, colaboração e compromisso, concordei em tentar continuar o projeto que parava por falta de patrocinadores, anunciantes, colaboradores. Deu certo e valeu à pena.
Muitos amigos ajudaram na linha editorial e no aconselhamento de matérias diferentes, que exaltassem nossos trabalhadores, forjadores de uma cidade de vencedores, de audaciosos, de empreendedores, de pequenas e numerosas celebridades da vida gaúcha e brasileira. Sem estes bons e fundamentais parceiros não teríamos chegado à metade da estrada percorrida.
Viramos semanário e em cores ainda em 1995, já com linha editorial ampliada para as coisas, fatos, lutas e glórias de toda a Caxias do Sul da época e fruto desta nova linha ampliada adveio a consequência lógica e natural. Se tratávamos das coisas e fatos da cidade, precisávamos um nome e marca que refletisse e citasse que éramos de e para a cidade. A campanha comunitária para a escolha do novo nome foi linda, participativa e envolvente. Apareceram muitos nomes interessantes, mas os mais votados foram Gazeta de Caxias e Correio de Caxias. Ficamos com o 1º.
Comemoraremos este 25º ano de circulação com o “pé no fundo”. Aceleraremos, pois temos e vemos veículos de qualidades chegando com sucesso. Temos sempre um que nos motiva e desafia a nossa frente. Temos ao nosso lado bons novos projetos florescendo. E no nosso encalço, felizmente temos e teremos por muito tempo, muitos dos idealistas de plantão que nos ajudam a sonhar maior, escrever melhor, cobrir mais, vender nossa “boa” Caxias. E torcemos que continuem “bons”, pois será necessário para nos acompanhar nesta cruzada nova em que vamos melhorar, crescer, contratar, ampliar páginas, pessoas e qualificar a edição, editorias e equipamentos/tecnologia.
Novo e mais atualizado site, novas editorias, nova fotografia, diagramação e “foco” começarão a aparecer durante cada um dos 12 meses de comemoração; compromissos que se iniciam com este caderno especial da 1ª edição de dezembro de 2011 e acontecerão em várias edições até o ápice do projeto que se expira/implanta em novembro de 2012. Você está, é e será convidado a acompanhá-lo a cada edição.  
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