Caxias do Sul avança a passos largos para tornar-se uma das 15 ou 20 cidades mais importantes do Brasil e a mais pujante do Rio Grande do Sul.
Avança na produção industrial, na representação política, no reconhecimento cultural, na tecnologia, nos serviços, no comércio eclético e forte e também nas mazelas sociais com invasões, insegurança, falta do ritmo ideal de novas estruturas sociais e de obras e serviços.
Numa cidade assim tão grande e representativa não cabe, definitivamente, apenas uma forte opinião e notícia impressa. A cidade e suas forças vivas precisam pensar e agir sobre isto também.
A GAZETA DE CAXIAS já há tempo é esta 2ª ou 3ª voz presente nos temas e assuntos de nossa forte comunidade. Mas muito acelerará a economia, política industrial e as relações comunitárias neste ano da graça de 2010. A GAZETA estará neste pique forte do novo ano e dos novos desafios.
A linha editorial será ainda mais audaciosa, mais crítica acerca das velhas e novas mazelas, trambiques e “rolos” que envolvem, quiçá, entidades e cidadãos de nossa Caxias e mais propositiva na exaltação dos muitos que trabalham, acontecem e fazem na outrora “Pérola das Colônias”. Será gostoso e perigoso conferir.
A linha editorial já mostra nesta edição a dificuldade de se instalar novos postos de combustíveis numa cidade com menos de 30 ou 40 proprietários/empresas nesta área e com mais de 200.000 veículos próprios dos caxienses ou empresas aqui estabelecidas, afora o enorme trânsito estadual/nacional, além dos novos 12.000 veículos novos anuais que aumentam sua frota e seu cada vez mais difícil trânsito central. E a Rua Irma Valiera ainda está fechada à população, embora nossa luta de década.
E nossa assinatura anual é pelo menos 20% mais barata que de nosso mais barato concorrente semanal ou diário. E nosso espaço comercial é também de bom retorno como investimento e ajuda balizar há mais de uma década, preço e descontos nos colegas/concorrentes. Por isto, você está errado se pensa que todos não são importantes.
Pense nisto.
Nós pensamos e resolvemos acelerar. Você verá que valerá a pena.
E.T. – Paese, o novo presidente da Câmara de Vereadores, começou muito bem o ano, moralizando uma das muitas quebras de regimento/acomodações que se viam no plenário dos construtores de leis. Fez muito bem em cumprir o regimento interno. Não tem número de vereadores presentes no horário correto, levantasse a sessão.
Quando assistimos às chamadas dos jornais, páginas da internet ou programas televisivos sempre temos, nos últimos anos, e cada vez mais fortes, notícias negativas relacionadas com a brutal violência urbana e os crescentes, em número e ferocidade, desastres ambientais.
A violência urbana e familiar é decorrência, sabemos há décadas, da baixa educação do povo brasileiro e que requer duas gerações (se iniciada a solução já) para que atinjamos números de baixa violência urbana como tem a Europa, EEUU ou até nossas vizinhas Argentina e Chile. Engatinhamos num primeiro estágio da 1ª fase. E perdemos quarta, 13, Zilda Arns, a principal ou das principais indutoras deste incipiente processo.
Sobre o meio ambiente o ambiente é de pouca atividade ainda em todo o mundo.
Apenas de 3 ou 5 anos para cá, a maioria dos países, ( não das pessoas destes países ) acordou-se para o provável principal problema mundial do século XXI. Enchentes, secas, desmoronamento, poluição, terremotos, tsunamis passaram a fazer parte do vocabulário jornalístico e familiar no mundo todo.
E a natureza continua igual. Ocupando e reocupando seu natural espaço. Estejam lá o homem, suas máquinas, seus bens.
Começamos a entender (poucos ainda) que o foco precisa ser: “cuidar e respeitar o ambiente e a natureza é cuidar do nosso futuro e das gerações que geramos”.
O desafio é fazer, arriscar, propor, colaborar, cuidar do que é de todos, para que tenhamos ainda um mundo a viver amanhã.
A obrigação é denunciar, punir quem não cuida ou faz sua parte. Desafio enorme para um século inteiro se iniciarmos já. Aliás, estudos demonstram que se fizermos tudo certo (o mundo), de hoje em diante a temperatura da terra sobe mais 3º C no século XXI, o que será quase o caos. SE NÃO NOS PREOCUPARMOS, SE NÃO PRESERVARMOS O AINDA POSSÍVEL, O AUMENTO NO SÉCULO XXI SERÀ DE MAIS 7º C., O S U P E R C A O S. Eu penso, ajo. E você?
NA POLÍTICA 2010 AINDA NÃO CHEGOU, M A S ...
Em Brasília, o governador Arruda continua mandando no Palácio do Governo e na Câmara Distrital que irá (não) julgá-lo. E Sarney e Renan Calheiros continuam mandando no Senado, sem mais um pio dos nossos senadores gaúchos. Que aliás, podem usar novamente as passagens aéreas não usadas em 2009. Sarney autorizou.
No RS, a Assembléia Legislativa não aprovou o aumento salarial de mais de 40.000 policiais militares e professores mal remunerados porque alguns (os das cedências aos seus gabinetes e outros órgãos), quiçá, 50 ou 80 perderiam algumas migalhas e bônus, adquiridos nestas grandes tetas públicas... Aumento Geral, gritavam quase todos.
Em Caxias, quase tudo calmo. É tempo de férias legislativas, alguns ex-vereadores da legislatura 1989-1992 aproveitaram o descontão legal e pagaram a conta antes dos 20 anos, e nosso vice Alceu Barbosa foi pelo menos muito infeliz com a papada e o Prefeito Sartori, ao chamar nosso Juventude de “ time morto “. Ofendeu ao Juventude e ao Caxias que está rigorosamente na mesma posição do co-irmão. Para rir e celebrar.
Feliz 2 0 1 0