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MICHAEL MORRE, E SARNEY APENAS AGONIZA

Enviado Sexta-feira, 26 de junho de 2009 às 15:54:01 | Nenhum comentário »
 
Não que algum de nós seja perfeito. Todos temos algumas virtudes e tantos ou mais defeitos. Mas como evitar, numa semana em que de segunda a quinta à noite, os noticiários foram todos focados na importante, enorme e deprimente crise do e no Senado Federal, que envergonha a quase todos os brasileiros com os mandos escusos e desmandos administrativos e as incompetências políticas e fiscalizatórias dos 81 próceres e envelhecidos politicamente senadores da República Federativa do Brasil. Logo, também esta semana, que parece a da morte do ídolo pop, foi a semana brasileira da podridão e incompetência do Senado Federal.
 
Sarney apareceu nas sessões de terça, 23, e quarta, 24, presidindo a casa legislativa com as mãos trêmulas e pernas também tremendo, pela pressão, não da mídia nacional, mas pelas descobertas da mídia nacional (e de denúncias dos “marajás” contrariados) dos desmandos seus e de seus antecessores, quase todos de seu PMDB (Renan Calheiros, Garibaldi Alves, Ramez Tebet, Lucena, Paes e tantos mais que Deus os tenha ou leve) e grande parte das denúncias envolvendo apadrinhados do atual presidente quando não neto, sobrinho, afilhado ou afim. E os demais senadores quietos enquanto puderam, para salvar o presidente agora já pego em flagrante delito (autor de falcatruas já há muitas décadas) e dizendo em seus Estados que não liam, não sabiam, não participaram e mais blábláblá.
 
Neste ponto a crise é positiva. Descobertos e desmascarados estes primeiros 5 ou 6% das maracutaias enjambradas para favorecimentos de tantos apaniguados políticos da grande maioria dos atuais e antigos senadores, quem sabe o povo brasileiro toma a si, trocar as “moscas” do senado da república. Ou continuará escolhendo e elegendo seus ídolos ex-governadores, ex-deputados federais, ex-presidentes da República, na verdade os menos indicados ao cargo, visto serem os verdadeiros “professores” da má política das últimas décadas.
 
Não tenho mais filiação partidária há muitíssimos anos, mas conheço bons ex-políticos de nossa região, que também largaram as disputas milionárias e suspeitas das últimas edições eleitorais, que fariam muito mais e melhor que nossos maus fiscalizadores ou fracos senadores como Pedro Simon PMDB-RS, Paulo Paim PT-RS e Sérgio Zambiazi PTB-RS, que atualmente nos representam, sem que neste momento possamos de lá retirá-los para melhorar nossa representação, mas 2 destes, espero sejam novamente candidatos em 2010, para que possamos compará-los a Deitos, Comasseto, Mansueto, Gravina, Valter Pinto, Edson, Perini, Zattera, Conte, Costamilan e tantos mais que teriam menos vícios, menos compromissos escusos, menos sede de poder e muito mais amor e competência a serviço do Brasil. Continuaremos a procurar algum que ajude a alijá-los da teta mãe.
 
E acharemos. Duela a quien doler.
 
 
 

E OS SENADORES HEM ! quem os “colocamos” lá

Enviado Sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 17:10:20 | Nenhum comentário »
 
 
A grita já era geral da mídia nacional sobre a figura do presidente do senado, José de Ribamar Sarney, pelo neto empregado no senado, que por ato secreto foi nomeado, por ato secreto foi demitido e por ato secreto foi substituído por sua mãe na cota pessoal do senador ex-presidente e na conta de seus senadores aliados como o Epitácio Cafeteira PTB-MA (ou seria da bancada do Sarney) que dizem é maior do que a do PTB, a do PP e tantos outros partidos mais. Depois veio a neta, a sobrinha, a filha do ex-ministro seu protegido e tantos mais, que o senador presidente foi obrigado a defender-se atacando, da tribuna, antes que lhe ceifassem a presidente do Senado e do Congresso Nacional.
 
Não sem antes reunir-se com os líderes e antes dos líderes todos com seu protegido e defenestrado da presidência em 2008, Renan Calheiros PMDB-AL, líder do PMDB no senado federal. Acertaram de deixá-lo falar, sem apartes, e sem cobranças que pudessem ou melindrá-lo ou expô-lo a posição de defesa que pudesse prejudicar a todos os 81 agora comprovadamente coniventes senadores da casa.
 
E como venho batendo a tempo na mesma tecla, onde estavam nossos pretensos fiscais da moral e ética pública, senadores pelo Rio Grande, Pedro Simon PMDB, Paulo Paim PT e Sérgio Zambiazi PTB, que pareciam paladinos da moral política, exemplos maiores da política local. Eram e são parecidos com os Cafeteiras do Maranhão, Renan das Alagoas, Perillo da Goiás, Garibaldi do Rio Grande do Norte ou Mão Santa da Paraíba. Fora os suplentes sem voto que nem o nome sei, dos quais os mais hilários são Almeida Lima, Salgado MG e Antonio Carlos Magalhães, não sei se filho, neto ou bisneto.
 
É de indignar o que vemos dia após dia no noticiário e na fala em defesa das nomeações de parentes, horas extras pagas e não trabalhadas, as passagens aéreas para as esposas, filhos e namoradas, o auxílio moradia recebido, não devido e não notado pelo senador que foi pago. E pior, não devolvido, pois é preciso olhar pra frente.
 
E nossos senadores Simon, Zambiazi e Paim querem limpar o senado, melhorá-lo, criar regras mais transparentes, menos funcionários, mais critérios, menos passagens, mais ética.
 
MAS SÓ   AGORA CARA PÁLIDA?
 
Oh! Meu, Simon está lá há quase 20 anos, Paim há 7 anos e fez parte de mais de 1 mesa diretora da casa, e Zambiazi há 7 anos apareceu como “queridinho” do “anjinho” (?) Roberto Jefferson, o todo presidente do PTB nacional. Será que foram coniventes, covardes ou imcompetentes. Qualquer das respostas me faz decidir por nenhum deles merecer a volta nem a permanência nem no Senado Federal, nem na vida pública, mas o povo achará mais uma vez que “os novos” não têm experiência, não passaram pelo governo do estado, Congresso Nacional ou Assembléia Legislativa e os reconduzirão. Ou não. Estarei entre os que arriscarão o novo, mesmo que venham da mesma profissão carreirista da política por grana, não mais por ideal. Ressalvem-se as honrosas exceções, que cada vez mais merecem o termo.
 
E para piorar na votação da PEC do aumento do número de vereadores, o senador César Borges da BA, negociou com os suplentes mais percentuais para as Câmaras nacionais do que o originalmente previsto. Parece pouco, mas não é.
 
 
 

SOBRE POLÍTICA ECONÔMICA

Enviado Sexta-feira, 05 de junho de 2009 às 16:50:21 | Nenhum comentário »
 Sempre tive a curiosidade de saber quem na avaliação dos institutos de pesquisa e de análises macro, eram os pobres brasileiros, quem e quantas e percentual pertenciam a classe média e quantos e com que renda se situavam os ricos brasileiros no sentido técnico.
 
A resposta que repasso, li na revista Negócios de editora conceituada nacional;
 
*  As classes D e E seriam as das categorias pobre e abaixo disso e seriam formadas pelos brasileiros de renda familiar abaixo e até 1,2 mil mensais de renda.
 
A classe C seria a titular dos chamados “ de classe média “ e são brasileiros com renda acima de 1.2 mil mensais e até 4,5 mil mensais de renda familiar.
 
As classes A e B representariam os ricos e muito ricos que teriam renda familiar superior a 4,5 mil reais mês.
 
Na revista também uma análise da gestão de até aqui, 6 anos de governo Lula/Zé Alencar no Brasil, em relação a renda do brasileiro. Vejamos:
 
As classes D e E que tinham em seu seio 57% de brasileiros, hoje seriam de apenas 31%, num crescimento de renda, se verdadeiro o dado, fantástico.

A sempre almejada classe média que iniciou a era Lula/Zé com 31% (quase um terço dos brasileiros ) hoje pelos dados passaria de metade com também fantásticos 54%.

Para completar a lista os ricos e muito ricos que em 2003 eram 12% da população, seriam hoje 15%, também com acréscimo considerável de pelo menos 5.000.000 de novos felizardos.

Interessante, se tecnicamente correta a pesquisa realizada, que ela não tenha “bombado” nas campanhas publicitárias e entrevistas do governo e seus agentes.

  E O SIMON FALOU DA POSSE DE SARNEY NA VAGA DE TANCREDO
 
Em entrevista a TV Educativa do Paraná, o senador Pedro Simon PMDB-RS, interlocutor privilegiado do presidente eleito e não empossado Tancredo Neves em 1984, revela que ele, Ulisses Guimarães e outros próceres da Nova República entendiam, queriam e viam como constitucional a posse do presidente da Câmara deputado Ulisses, mas confrontado pelo general Leônidas Pires Gonçalves, fardado e com a Constituição na mão, recuaram e aceitaram, engoliram a posse do vice José Sarney. Entendi e não entendi.  
                                                    
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