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BANDEIRA DO BRASIL

Enviado Sexta-feira, 18 de junho de 2010 às 16:15:39 | Nenhum comentário »

 

É chão a percorrer o que temos pela frente, até que tenhamos no Brasil metade das bandeiras brasileiras que vemos desfraldadas com orgulho nestes tempos de Copa do Mundo de Futebol, pelo motivo simples e gostoso de que somos um dos países participantes e até favoritos à conquista de um título esportivo.

 

Se a culpa é da pouca educação básica nos oferecida pelos dirigentes políticos de outrora, ou se pelos muitos maus exemplos produzidos pelos mesmos nas áreas de corrupção, medianas leis e muita impunidade na punição das mesmas.

 

Culpar as gerações novas pelo pequeno ou nenhum patriotismo na área política e pelo excesso de amor ao futebol pentacampeão é simplificar demais a questão e carregar de culpa os consequentes, sem examinar ou procurar causa e causadores de tamanho atraso.

 

Felizmente estamos avançando, embora a passos lentos, na direção correta da valorização da fiscalização dos agentes públicos, da prisão e educação dos maiores criminosos do país, (todos não caberíamos nas poucas prisões existentes) e principalmente na educação cívica do que representa o momento sublime das eleições nacionais.

 

No comparativo acima poderíamos dizer que se não conquistarmos a Copa do Mundo dificilmente tiraríamos das costas da CBF, de Dunga ou seus convocados a responsabilidade pelo insucesso esportivo, e, lógico, é e será que se não melhorarmos o país, estado, Congresso e Assembleias Legislativas, outros não serão os responsáveis senão os eleitores e cidadãos brasileiros, os verdadeiros e únicos responsáveis por seus eleitos, sejam eles bons, maus ou “pelhores” que isto.

 

E dizer que se elegeu, mas não foi meu candidato, logo, a culpa não é minha, também é simplório demais. Quanto posso trabalhar em casa, no meu trabalho, no meu bairro, na minha grande família de amigos para melhorar meu país? Quanto posso argumentar em bancos, eventos, jornais, eventos políticos e esportivos na defesa e no aprendizado do que pode ser melhor ou melhorado? Por que não perder metade do tempo que perdemos defronte à televisão durante a Copa do Mundo neste junho e julho de 2010, também nos meses subsequentes de Agosto e Setembro p.v. para melhorarmos nossa vida e dos que nos rodeiam agora e rodearão nas próximas décadas de nossa incipiente potência futebolística e econômica mundial?

 

Repetir craques vencedores, trocar pernas de pau que não deram resultado, afastar os de mau comportamento ou já acomodados no trabalho a ser produzido, parece a fórmula simples e necessária. Como acertar a questão e escolher com sabedoria e responsabilidade é tarefa de cada um.

 

B R A S I L !

 

 

 

PARA SUPLENTE DE SENADOR A TRADIÇÃO ACONSELHA PARENTES, FILHOS E SEM VOTOS EM GERAL

Enviado Sexta-feira, 11 de junho de 2010 às 16:49:29 | Nenhum comentário »

 

A novidade que considero boa da semana é a frase e opinião externada pelo ex-vice prefeito de Mário Bernardino Ramos e Mansueto Serafini Filho e depois prefeito de Caxias 1993-1996 , Mário David Vanin PP, que disse ao seu partido e ao jornal diário de Caxias do Sul, que gostaria de ser convidado para suplente de um de seus candidatos ao senado, a jornalista e agora candidata Ana Amélia Lemos PP-RS, e principalmente “que não está em política, vestido de pijama”,  tendo ainda pretensões eleitorais no RS.

 

Ora, ora. Espero que esteja sem pijama também para os cargos e candidaturas que o PP de Caxias e da Região precisa ou vierem a precisar.

Para um partido que nas últimas eleições tinha quadros como o de seu presidente Golin que aceitariam concorrer tanto a prefeito como a vice, e Vanin aconselhou e influenciou para a não candidatura, sem oferecer seu nome como opção de candidato e agora querer novamente participar de eleições, espero e entendo lógico que oferecerá seu nome para candidatura à Assembléia Legislativa ou Câmara Federal pelo PP-RS e não apenas esteja seu nome a disposição para a suplência fácil e para os sem votos do senado federal. Este cargo, embora as insistentes más práticas de reservá-lo para financiadores de campanha, filhos, esposas ou sem votos em geral, deveria ser para pessoas de ilibida reputação e grande saber jurídico, conjugado à aversão ao crivo das urnas, reservada esta função ao titular da vaga em disputa.

 

Alega corretamente que sua esposa Vera já disputou esta vaga em outra eleição e que teria sido sufragada a candidatura com aproximadamente 900.000 votos.

 

De novo? Ora, ora, professor. Dona Vera pensamos tantos, deveria testar seu eleitorado em vôo solo junto ao povo de Caxias. Candidaturas a vereador, deputado estadual ou síndica de prédio, nunca analisar a força eleitoral dos suplentes pelos votos conquistados junto a nome consagrado junto ao povo.

 

Mas o partido do ex-prefeito deve aproveitar esta volta do “tesão eleitoral” de um de seus principais quadros e catapultá-lo à candidatura necessária e vaga do PP de Caxias.

 

  • E se fosse suplente, na coligação PSDB/PP, Vanin votaria em Ana Amélia PP e Vicente Bogo PSDB, ou alguém desconfia o segundo voto poderia ser de Rigotto PMDB?

 

  • Aliás, Pompeu de Mattos PDT-RS, o vice de Fogaça PMDB é o autor do projeto que aumentava em 8.000 vereadores as Câmaras das cidades brasileiras. Um projeto que a mídia e a sociedade pressionaram e abortaram, felizmente. Ele defenderá no seu horário eleitoral? Espero que tenha coragem de defendê-lo durante a campanha também, como o vi defendendo tantas vezes, com ênfase.

 

  • E o suplente de Fogaça no senado 1994/2002, que foi o ex-vereador Guerino Pisoni Neto, será ou não seu principal nome em Caxias e na Serra Gaúcha? Na reunião de Fogaça, PMDB, e Pompeu, PDT, com a imprensa há duas semanas atrás, estava convidado, trocaram afagos políticos e deverá ser um dos “passadores do chapéu” na campanha que se inicia. É o que pensam correligionários de seus PMDBs de Caxias e Porto Alegre, onde ambos mantém bons e nem tão bons “companheiros de sonhos e ideologia”.

 

  

ESTA YEDA SURPREENDE, DE NOVO...

Enviado Segunda-feira, 07 de junho de 2010 às 10:55:22 | Nenhum comentário »
A recusa do principal candidato a vice na coligação PSDB-PP é uma atitude estranha, diferente e positiva da governadora.
 
O deputado Vilson Covatti (PP), que além dos 168 mil votos para deputado federal em 2006, com seu prestígio pessoal ainda elegeu a esposa deputada estadual com dezena de milhares de votos e pretendia, se alçado ao cargo que exigia  - de candidato a vice de Yeda Crusius PSDB - na eleição de outubro p.v., também colocar o filho a candidato a deputado federal em seu lugar e na sua base eleitoral, mostra que Covatti & fam. não é partidário: é profissional da política e procura cargos e poder a qualquer custo e não merecia a condição de líder e representante maior do PP do Rio Grande do Sul.
 
Tudo isto tem lógica e seria o pensamento médio natural de qualquer cidadão.
 
Mas, faz décadas que não é mais  a lógica que prevalece entre a classe política e os partidos políticos. O que importa é ganhar o poder, não ter coerência e lógica nas ações para atingi-lo.
 
Não é que, DE NOVO, y e d a    c r u s i u s   é diferente e veta o pobre deputado e família de mais de 100.000 reais de receitas públicas mensais, para os bolsos próprios, assessorias para eleições e reeleições, afora contribuições de campanha.
 
A candidata tucana Yeda, que pela enésima vez afirmo não foi a minha escolhida para voto em 2006, surpreende positivamente pela posição firme e coerente, a exemplo do que já havia me surpreendido nas “ broncas iniciais “ com deputados que cobravam pelos votos favoráveis, (com cargos, benesses, e ...) com a justiça estadual enfrentada em orçamentos altos no primeiro ano de governo do estado e surpreendeu até ao terminar rapidamente a ROTA DO SOL , com o caixa sem recursos e atolado em dívidas deixadas pelos ex-governadores que não a priorizaram. Mesmo sem caixa e com dívidas, terminou logo e não como os demais que deixam para o último ano do mandato, quando o eleitor agradecido os reelege, BURRA E INJUSTAMENTE.
 
A surpresa não veio do discurso moralista e diferente, este eu conhecia desde que a fomos buscar no Curso de Economia da Pontifícia Universidade Católica PUC-POA, junto com João Gilberto Lucas Coelho, Hermes Zanetti e Vicente Bogo no ainda recente 1990, mas surpreende ao ainda acreditar, após convívio e conchavos (por vezes necessários, com seus pares ) com vários políticos de vários partidos, que a POLÍTICA NÃO É CLUBE DO BOLINHA, e o mandato público não é para ser exercido por eleitos que fiquem amigos.
 
O POVO NÃO EXIGE QUE SEJAM INIMIGOS, MAS SE NÃO FOREM ADVERSÁRIOS EM ATOS E POSIÇÕES POLÍTICAS, ENTÃO PODERÍAMOS TER VOTADO EM QUALQUER UM. 
 
 
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