| Home | Notícias |
Colunas e Blogs
| Sobre a Gazeta | Anuncie | Assine | Fale Conosco |

NA FALTA DE CULTURA PÚBLICA, ATÉ UM BBB, FELIZMENTE,PODE NOS ENCAMINHAR PARA UMA VIDA MELHOR

Enviado Sexta-feira, 27 de março de 2009 às 09:41:30 | Nenhum comentário »

 

POLÍTICA NACIONAL

Os preconceituosos (dezenas de milhões) diziam em 1990, 94, 98, 2002 e até em 2006 que o atual presidente do Brasil, Luiz Inácio "LULA" da Silva, não tinha nenhuma condição de administrar o país, por ser muito "burro", não saber falar inglês e tantos hoje sabidos outros preconceitos mais.

Vitorioso em 2002, em sua quarta tentativa, e reeleito em 2006, hoje os preconceituosos e "pouco inteligentes" (que o entendiam burro) resumem-se a apenas poucos milhões de brasileiros.

Venceu Lula, à época, também parte de seu PT ideológico, que não aceitava o vice-patrão (Zé Alencar) e a estrutura partidária socialista que preferia a luta de classes, a mudança radical, imediata e traumática, ao invés do caminho seguido pelo líder, da conquista gradual, com educação, e políticas sociais possíveis de implantar-se já. E alguns novos exemplos ainda não entendidos por tantos que elegem pessoas, não programas.

POLÍTICA ESTADUAL

Na esfera estadual, YEDA tentou ousar acima do possível e com experiência e estrutura partidária insuficiente, vem tendo baixos índices de aprovação.

Ainda não conseguiu convencer e ser aceita pela elite econômica, jurídica e política, ( classes D e E ), nem pela grande massa eleitora ( classes A e B ), mas é respeitada pela coragem e ineditismo político e adminsitrativo pela classe C, que, à excessão do funcionalismo público (afetado todo, pelo minoritário grupo de maus agentes), a observa entendendo necessárias muitas das trocas de paradigmas implantadas e impostas pela governadora na administração pública estadual.

Pode reeleger-se, mas não é favorita.

Mesmo não reelegendo-se, excluirá pelo exemplo de coragem

os antigos administradores públicos, sejam prefeitos ou governadores que administraram sem coragem do enfrentamento de problemas crônicos de dívida pública, protecionismo e empurrar com a barriga os problemas existentes, deixando o Estado mais fraco, perdulário, apadrinhado, frouxo e sem comando.

 

EM CAXIAS DO SUL

As novidades surgidas das urnas em Caxias em 2008 foram muitas e algumas promissoras.

O PCdoB com o campeão de votos para a vereança, projeta liderança nova e de coragem acima da média.

O PMDB catapultou Mauro Pereira, Edson da Rosa e Felipe Gremelmeier, todos com futuro a acompanhar.

O PDT confirmou as novas lideranças de Vinicius, Nespolo e Alceu Barbosa Velho.

O PT trouxe novos com Beltrão e Denise Pessoa e manteve Daneluz e Ana na linha da coragem, o que fazem de uma pequena bancada uma boa oposição.

O PSDB foi o que mais surpreendeu a quem pouca observa e estuda. A chegada de Daniel Guerra à Câmara de Vereadores em 2009, lembra muito a chegada do PT com Pepe Vargas em 1989.Independência, coragem, coerência e evitando mordomias e não evitando enfrentamento com corporações e corporativismo, um dos cânceres das últimas gerações de políticos. Se sobreviver, vai longe. Se for calado ou desmoralizado pela maioria, assim mesmo deixará marca positiva, pois tentou o difícil.

E.T.Embora o preconceito natural de um programa para audiência, o caxiense Flávio, do BBB9, terá, se não cometer erros nos próximos 10 dias, chance, se quiser, de ser deputado pelo RS ou até outro estado, pela inteligência e caráter demonstrados até aqui, e por ficar desamarrado das velhas e viciadas estrutura e dirigentes partidários que monitoram os mandatos. Antes de criticar, pense em Lula 2002, o "burro".

AINDA A MÁ E IMPORTANTÍSSIMA POLÍTICA

Enviado Sexta-feira, 13 de março de 2009 às 19:11:37 | Nenhum comentário »

Já tinha na lista dos não reelegíveis os 3 atuais senadores pelo Rio Grande, Pedro Simon PMDB, Sérgio Zambiazi PTB e Paulo Paim PT,  pelo voto incoerente e pressionado do aumento do número de 7 mil e tantos novos vereadores no Brasil, após o pleito eleitoral encerrado em outubro próximo passado. Caxias do Sul e outras grandes cidades até podem ter mais edis, com menos repasse de verbas e percentual menor da receita do município, mas isto para os sérios na política, precisa ficar decidido antes do povo ir as urnas escolher seus representantes nas Câmaras Municipais.

 

E tem muitos ex-vereadores e gente da antiga e boa política que entendem que vereador sem salário, só para fiscalizar o executivo e propor “boas “ leis pode até ser menos penoso financeiramente trabalhar 7  ou 8 horas semanais sem salário e livres das atuais explorações econômicas, que precisam (não todos) submeter-se para manter atuais e por vezes, desvirtuados mandatos clientelistas. A pensar.

 

AGORA  NOVAS  DECEPÇÕES

 

Nesta semana, precisamente na quinta, 12, após a manutenção do veto da governadora para o não pagamento dos dias não trabalhados, durante a greve estadual dos servidores da educação no Estado , por 27 a 21 votos, entendi completamente incoerente com a prática de ex-empresário e bem votado entre os atuais empresários, principalmente da serra, o voto do atual deputado estadual Kalil Sehbe Neto PDT, que sempre se mostrou e disse partidário da livre iniciativa, do trabalho como fonte de salário e mais blá,blá,blá.

 

Ora, a defesa dos 20 anos de mandato de Kalil, (Câmara de Vereadores de Caxias e Assembléia Legislativa) ficou posta por terra, difícil de explicar, e decepcionante para seus eleitores como ouvi ainda na noite desta quinta, 12,  nos eventos da Pananbra e no Rodeio Campo dos Bugres e deixa difícil a renovação de apoio financeiro e eleitoral na velha Caxias, da conservadora família de empresários. Também a conferir.

 

E GUERRINHA SEGUE CRIANDO SITUAÇÕES POLÍTICAS POSITIVAS

 

A denúncia de haviam funcionários de empresas terceirizadas do SAMAE, invadindo áreas que serão alagadas pela desapropiação e construção da represa do Marrecas, feita pelo vereador Daniel Guerra PSDB  na sessão da Câmara da última terca, 10, surtiu efeito e levou delegação de vereadores e de funcionários do SAMAE ao local denunciado. Era verdade, era sério e a situação parece foi revertida ou o será em breve.

 

Mais um ponto ao vereador  que apóia, propor~e e fiscaliza as coisas e obras do município, com a responsabilidade de quem conquistou um mandato seu e de seu partido. Mais ninguém, como cabe aos que  lêem as leis, a Constituição Brasileira e ainda “ tem coragem”.  

AINDA O CASO DETRAN/LAIR FERST

Enviado Sexta-feira, 06 de março de 2009 às 18:32:08 | Nenhum comentário »

O futuro do governo Yeda, embora tantos pensem ser negro em vista de suas várias frentes de enfrentamentos com Assembléia Legislativa, Poder Judiciário e funcionalismo público estadual, será sim provavelmente negativo eleitoralmente principalmente pela exploração e relativo esclarecimento do caso CPI do Detran.

 

Falo que nem tanto o desgaste estará forte pelas batalhas com os demais poderes instituídos e os de fato existentes na máquina pública, pois estes também estão fortemente desgastados na sociedade civil caxiense, gaúcha e brasileira. Os exemplos diários, apesar das honrosas e muitas exceções, são de descontrole, maus procedimentos éticos e morais e, por conseqüência, enorme desgaste junto à opinião pública.

 

Os envolvidos no escândalo são acima de dezena de personalidades das três esferas citadas, mas o resumo e o principal nome dos ainda vivos parecem indicar e chamar-se Lair Ferst, o lobista tucano, que trabalhando e coordenando a bancada estadual do PSDB no governo passado, coordenaria ou conheceria o esquema e a nomenclatura da “curriola” envolvida.

 

E AQUI  AS REUNIÕES DA SEMANA  DERAM EM NADA

 

A reunião da segunda, 02, foi do diretório do PDT, o partido com maior número de legítimos e bons pretendentes a fortes candidaturas em 2012, na base até aqui ainda de 14 partidos do governo Sartori/Alceu. Venceu a reunião que pretendia a expulsão/punição do vice-presidente Julio Hoffmann, a maioria quase esmagadora dos 45 membros liderados por Vinicius, Nespolo, Paese e Kalil. Passariam fácil dos 35 votos possíveis e ridicularizariam o presidente Pedro Incerti e o vice Alceu se a punição fosse à votação. Negar agora é possível, esconder esta verdade e divisão já não é mais.

 

A reunião dos presidentes dos 14 partidos da base, na quinta, 05, para tentar unir a base aliada que estaria se desentendendo na Câmara e brigando acima do desejado por cargos de 3º e 4º escalões também não frutificou, conforme queriam os prepostos de Sartori, que mesmo em Brasília, exigia sintonia. Não se estenderam e embora presidentes de partidos de vereadores que insistem em fiscalizar corretamente o prefeito tenham prometido maior fidelidade e obediência, esqueceram de avisar os interresados que deveriam subjugar o mandato da Câmara aos interesses do mandato executivo. Nada ficou mais calmo a não ser o discurso da líder do governo, que sentiu que com quatro ou cinco novos vereadores de coragem e independência legítima dos mandatos conquistados terá muitos problemas de enquadrá-los no sistema antigo.

A fórmula nova ainda será pensada e tentada.

 

Esperemos os próximos capítulos.  

   

Veja mais  Min: 21 - Max: 30
» Busca
 
Empregos
 
 
Home | Notícias | Colunas e Blogs | Sobre a Gazeta | Assine | Anuncie | Fale Conosco
Copyright 2012, Gazeta de Caxias. Fone:(54) 3027-1996| Política de Privacidade | Termo de Uso | Mapa do Site