Começou o ano eleitoral
Enviado Segunda-feira, 06 de fevereiro de 2012 às 15:26:27 |
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Com a abertura das sessões ordinárias do Congresso Nacional, da Assembleia Legislativa do RS e da nossa Câmara Municipal de Caxias do Sul, nesta última semana, foram abertas as disputas eleitorais para todas as eleições municipais que acontecem Brasil afora, mas especialmente a nossa, de Caxias, que contará com um ou dois deputados federais na disputa, pelo menos um dos estaduais e possibilidade real de um, dois ou até três vereadores confirmarem os nomes para liderarem ou comporem a chapa na majoritária, nomes sincera ou ardilosamente/mentirosamente já colocados à disposição de seus partidos.
Penso que além dos óbvios candidatos do PT, deputado federal Pepe Vargas e do PDT, deputado estadual Alceu Barbosa Velho, o PMDB acabará tendo candidatura própria, pois tem mais de um nome à altura dos já noticiados e dispostos à disputa. O vereador Mauro, bem votado na última eleição à federal, representando os servidores públicos e os empresários (as duas categorias se sentem representadas embora se odeiem entre si), a vereadora Geni, multi presidente do PMDB e da Câmara, que nunca escondeu ou tergiversou seu objetivo/sonho/vontade de comandar o executivo municipal além do secretário Feldmann, homem de confiança política e administrativa do atual prefeito Sartori, além do sempre possível ex-governador Rigotto, que embora tenha perdido por duas vezes em tentativas anteriores, poderia eleger-se agora, se bem avaliada pelos caxienses sua passagem pelo Palácio Piratini.
O PSB, o PRB, o PSDB, o PSol e o PCdoB terão ou teriam candidatos certos, se lógica e séria é ou fosse a política nacional, pois estes partidos determinam e discursam a nível nacional se querem consolidar-se com candidaturas próprias, nas cidades com além de 200.000 eleitores. Ou eles confirmam candidaturas, ou confirmam que são fracos e desorganizados aqui em Caxias do Sul. A confirmar e cobrar se não confirmarem.
E OS CANDIDATOS
Os candidatos que devem surgir, (esperamos não sermos novamente privados de novidades do que já foi, um ex-prefeito de oito anos e um ex-vice de oito anos) destes partidos acima, além de PP e PTB que têm minguado em votos a cada eleição e por culpa exclusivamente de virarem, por covardia política de suas direções, partidos sem candidatos à majoritária, embora lideranças novas disponham-se a enfrentar os grandes, famosos e desgastados da sempre mesma disputa eleitoral municipal. Candidatos novos que poderiam nos debates radiofôncios, televisivos e jornalísticos não apenas ouvir os rosários das poucas obras feitas por cada grupamento político, mas cobrá-los do que não foi feito. Quantos camelôs, que chegam de fora da cidade, foram taxados em algum percentual de imposto, quantos funcionários públicos que tenham falhado seriamente ou pegos em possíveis atos de corrupção foram afastados/demitidos, quem foi mais justo e responsável com o dinheiro público, etc., etc., etc.
Teremos ou teríamos, se muitos forem ou fossem os candidatos, a oportunidade de elegermos um novo herói municipal, um novo pai da cidade, um novo líder que nos mostrasse que a cidade ainda pode mais do que já foi feito. Nomes e capacidades por aí, há, haverá, ou haveria, não forem ou fossem as direções partidárias da maioria das agremiações políticas locais, dirigidas por pessoas empregadas na política local, comprometidas com suas próprias nomeações ou empregos e cegas ou de olhos vendados para o que é ou será melhor para os munícipes da cidade. Ah, se eu tivesse a inocência/ingenuidade e o tesão de 30 anos atrás, enfrentaria alguns destes mais fracos, com reais possibilidades.
Passei a cômoda/incômoda e importante tarefa de falar/escrever/prevenir/denunciar/incomodar/ajudar/educar.