Enviado Sexta-feira, 27 de junho de 2008 às 16:50:21 |
Nenhum comentário »
Corriqueiramente somos ácidos críticos nas questões que envolvem a ética, a moral e a honestidade na gestão pública, independentemente da pessoa e do cargo ocupado ou a qual partido político pertençam os citados. Em razão dos inúmeros escândalos que assolam a governança brasileira de 2005 para cá, não temos poupado esforços em mostrar aos leitores que essas ações são extremamente lesivas, perniciosas e impeditivas para em menor tempo possível modificar a tela social do Brasil.
Apesar da insistência inflacionária rondar a economia brasileira forçando aumento nos preços dos alimentos, o país está com crescimento significativo. Os cofres do tesouro nacional estão recheados o que motiva as obras diversas que se espalham pelo território. Então por que criar uma nova tributação para os brasileiros? O governo diz, de forma subjetiva, que ficou nu ao perder a CPMF, e que para minimizar a perda de caixa precisa de uma “colaboração” da sociedade a qual denominou de Contribuição Social à Saúde – CSS.
Ora o governo perdeu a CPMF porque não soube – ou não quis – ser transparente e eficiente com a aplicação daqueles extraordinários recursos anuais. Se tivesse usado sempre tudo o que era arrecadado na área da saúde, muitos dos problemas ainda hoje presentes, teriam sido gradativamente eliminados.
Como diz o povo, “gato escaldado tem medo até de água fria”. A rejeição unânime da sociedade brasileira à CSS demonstra que a população não digeriu ter sido ludibriada com o diversificado uso da arrecadação da extinta contribuição. O sistema único de saúde continua sem capacidade para atender a demanda cada vez mais crescente em face do crescimento vegetativo e da longevidade dos brasileiros. Os valores pagos aos médicos que atuam nesse programa também são muito ruins, desestimulando os profissionais da medicina.
A CSS pode até passar em votação pelo senado, mas certamente não será recepcionada de bom grado pela sociedade porque a carga tributária brasileira é uma das maiores, senão a maior do planeta considerando nosso PIB.
Para que isso não aconteça faça-se uma mobilização maciça da população, única capaz de sepultar o novo-velho modelo de aumentar receitas pelo caminho mais fácil. Políticos somente são sensíveis quando as massas se manifestam. A omissão e o silêncio da sociedade será um indicativo de que está pronta para o sacrifício.
Enviado Sexta-feira, 20 de junho de 2008 às 17:10:56 |
Nenhum comentário »
A Amazônia já está sendo vista como território internacional. Ao menos para as nações européias que lá se instalaram através das ONGs e que o governo brasileiro desde remoto tempo foi permitindo de forma permissiva.
A nação está sendo ofendida constitucionalmente com a soberania territorial ameaçada mesmo que ilustres e doutas autoridades insistam em dizer que esta posição é coisa da direita nacionalista.
O congresso brasileiro parece imune a situação tão delicada, preocupado com pífias CPIs para saber sobre cartões corporativos e vazamento de informações. Será isso mais importante do que cuidar do território brasileiro?
Continuamos a ler e ouvir declarações de grupos diversos sobre os “pobres índios brasileiros” prestes a serem expulsos de terras que suas eram desde a chegada dos primeiros europeus. A se dar força a esta tese os brasileiros que façam as malas e emigrem porque todo o solo brasileiro era povoado por indígenas, seja em Roraima ou no Rio Grande do Sul.
A sociedade pouco sabe sobre a questão indígena brasileira. Tampouco sobre a realidade da questão da demarcação contínua das terras indígenas na longínqua fronteira do Estado de Roraima.
É preciso que os brasileiros saibam que exatamente sob o solo das reservas indígenas daquela unidade federativa se encontram as maiores reservas de minerais preciosos e estratégicos do planeta. Só de nióbio
[1] temos 98% das reservas mundiais. Mas mais importante que o nióbio e as pedras preciosas é preciso saber que na terra em litígio há plasma
[2], isto é, manipulando-se os átomos neste quarto estágio da matéria pode se substituir tudo o que hoje se usa para obter energia.
Atualmente um consórcio internacional constrói um protótipo de um reator com campos magnéticos para fazer o gás hidrogênio chegar a uma temperatura superior a 100 milhões de graus Celsius, ou seja, seis vezes mais quente que o núcleo do Sol. Qual material para resistir tão alta temperatura? O nióbio, óbvio. Qual o país que mais possui este mineral?
Se este experimento for exitoso, a matriz energética utilizada pela humanidade vai deixar de usar o petróleo hoje com preços escorchantes os quais forçam o aumento de todos os produtos criando degraus inflacionários prejudiciais ao desenvolvimento dos países em construção.
Eis o motivo de tantas ONGs e terras nas mãos de estrangeiros no Estado de Roraima. A intenção nada tem de solidariedade humana. Há um objetivo definido e claro em busca do mineral que poderá ser a redenção das nações que dependem do petróleo.
É de conhecimento comum que as oligarquias transnacionais investiram somas gigantescas para colocar as reservas indígenas brasileiras sobre zonas de grande riqueza mineral. Admitida essa terrível hipótese de demarcação contínua, em breve a região estará infestada de gente estranha, isso sem pensar na possibilidade da criação de um novo país o qual a ONU não hesitará em reconhecer rapidamente, como tem feito ultimamente em relação a outros pontos de conflito atendendo aos interesses das potências que mantêm sua própria existência.
Brasileiros, cuidado! A raposa astuta ronda o momento de atacar.
[1] Metal dúctil, agente anticorrosivo, super condutor, usado para aços inoxidáveis e ligas de metais não ferrosos, soldas em jóias, motores de jatos e foguetes, dutos de água e petróleo, entre outros.
[2] Quarto estágio da matéria. Difere-se dos sólidos, líquidos e gasosos por possuir átomos separados ao ponto de desprenderem-se dos elétrons. Gás ionizado.
Enviado Sexta-feira, 06 de junho de 2008 às 14:06:36 |
Nenhum comentário »
A discussão sobre a reserva Raposa Serra do Sol não pode mais ser ignorada pela sociedade. É preciso que a população brasileira busque o melhor entendimento e não se ponha a favor ou contra por simpatia desta ou daquela frente partidária ou organização que defenda um ou outro interesse. Tampouco a população deve ficar inerte aguardando a decisão da Alta Corte, apesar de que dela será a última palavra.
A reserva em litígio sinaliza que naquela área há nações. Isto é um grosseiro erro histórico. Lá não há nações indígenas porque a única nação que temos é a brasileira. Todas as outras aglomerações são grupos étnicos ou tribos. Não se perca por ignorância o sentido de nação. E não se fragmente o Brasil dessa forma, porque se ficarmos a dizer que nossos indígenas são nações, dentro em pouco tempo este território se transformará numa colcha de retalhos com a nação negra, a nação dos italianos, a nação dos alemães, a nação dos japoneses, etecetera.
Por outro lado chega de identificar nossas tribos indígenas como vítimas da desconsideração dos colonizadores. Nossos índios não querem a civilização da forma como a entendemos. Eles são felizes dentro de sua cultura e forma de vida. Devemos preservar suas vidas, mas um pouco afastados, oferecendo as condições para que não fiquem desnutridos e, se doentes, possam ocupar os serviços da medicina. Mas não devemos oferecer-lhes nossos códigos de vida que em muitas situações são deprimentes e ininteligíveis para eles. Eles têm suas regras, aliás, muitas das quais bem melhores, mais éticas e saudáveis do que as nossas.
Tem-se que dizer, também, que há índios ricos, que possuem muitas terras das quais extraem madeira mantendo aquecido comércio com o exterior. Evidentemente que há os mais pobres na acepção capitalista, mas todos são brasileiros. Ou índio não é brasileiro?
Por outro lado e por conta deste episódio, circula na imprensa eletrônica e impressa que o general Augusto Heleno poderá vir a ser exonerado do comando da Amazônia por conta de sua manifestação contrária a política indigenista adotada pelo governo. A formação dos militares e o profundo conhecimento sobre as questões nacionais, sejam territoriais, políticas ou sociais, lhes dão plenas condições de se manifestarem com propriedade sobre assuntos que na maior parte das vezes são ignorados ou de conhecimento ralo por nossos agentes políticos. É muito oportuno que todos dediquem boas horas para estudarem com afinco essa questão.
Necessário também se faz tornar público que Roraima tem quantidade imensa de nióbio e tântalo, necessário à indústria aeroespacial; ouro e diamante; urânio e tório e alumínio e titânio. As ONGs estrangeiras que lá estão instaladas têm pleno conhecimento das imensas riquezas minerais do solo da região. Não sejamos inocentes crendo que para cá vieram por solidariedade ao nosso povo, indígena ou não. Lá estão instaladas porque pretendem que aquela região e o resto da Amazônia seja área internacional, isto é, mais deles do que nossa.
Não podemos permitir a continuidade dessa estapafúrdia que nos coloca na vexatória posição de colônia frente ao primeiro mundo.
Cabe a sociedade o dever de defender a pátria exigindo o resguardo das nossas fronteiras por determinação federal. Ou irremediavelmente sucumbiremos ao mando estrangeiro.