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Garantir dignidade e conforto aos idosos, mais do que um público compromisso meu, ainda antes de me tornar governadora, vem sendo uma prioridade concreta e presente de meu governo. Um novo passo de vanguarda nesse sentido - pioneiro em todo o Brasil -foi dado com a assinatura do decreto que institui o Programa Remédio em Casa para Idosos, que vai oferecer aos usuários do Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Sul, com mais de 60 anos, a possibilidade de receber medicamentos excepcionais e especiais diretamente em seus domicílios.
A iniciativa, que faz parte da política pública do governo gaúcho de valorização da terceira idade, segue os princípios do Estatuto do Idoso. O novo programa beneficiará diretamente cerca de 24 mil usuários do SUS que necessitam de tratamento para males crônicos, como Alzheimer, Parkinson, osteoporose, glaucoma, depressão e hiperplasia da próstata, cujo preço por unidade medicinal é em geral muito alto. A entrega dos medicamentos excepcionais e especiais pelo Estado será feita através dos Correios e Telégrafos em todas as zonas urbanas onde a empresa distribui correspondências comuns. As únicas exceções serão Porto Alegre e Santa Maria.
A medida, além do conforto que proporcionará aos pacientes, vai diminuir as filas nos guichês e salas de espera nas farmácias que distribuem os remédios. Para ser atendido, além de ser usuário do SUS e ter mais de 60 anos, é preciso ter cadastro administrativo atualizado. Já o encaminhamento de substâncias básicas de grande uso, como aspirina, antibióticos mais comuns e para controle da pressão arterial, fica a cargo dos municípios.
Estamos diante de um avanço extraordinário na política de Saúde Pública do Rio Grande do Sul, similar em envergadura ao Programa Infância Melhor, que beneficia dezenas de milhares de crianças. Não é só. Além da quitação de todos os pagamentos atrasados, como apoio financeiro a 303 hospitais filantrópicos foram investidos R$ 65,9 milhões. As redes especializadas já contam com 1.374 leitos de UTI.
Destacam-se ainda a ampliação da rede de média e alta complexidade e a implantação da Central Estadual de Regulação de Leitos.
Tudo isso comprova que o Rio Grande do Sul de hoje não é apenas o Estado que reconquistou seu equilíbrio financeiro, mas confere elevadíssima primazia à valorização do ser humano.
