| Home |
Notícias
| Colunas e Blogs | Sobre a Gazeta | Anuncie | Assine | Fale Conosco |
27/08 às 17:53 Segurança
 

Existem lacunas na cobertura de incêndios em Caxias

Basta andar um pouco pelas ruas da cidade para notar. A quantidade de hidrantes é escassa. E isso pode dificultar muito o trabalho do Corpo de Bombeiros no combate a possíveis incêndios.

A+ | A | A-

Por

 
Foto por Rodrigo Chernhak
Marcos Eugênio. “trabalhamos bastante na prevenção de incêndios”

150 hidrantes

O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE), através de sua assessoria de imprensa, informa que existem 150 hidrantes em Caxias do Sul, espalhados por diversos bairros, como Ana Rech, Centro, Cruzeiro, Colina Sorriso, Mariani, entre outros. Porém, há muitas lacunas para se preencher na colocação dos hidrantes na cidade.

 

Distância

O 1° sargento e comandante de socorro do 5° Corpo Regional de Bombeiros (CRB), Marcos Eugênio Brum de Camargo, avisa que “existe a necessidade de aumentar o número de hidrantes na cidade”. Segundo ele, deveria haver um a cada três ou quatro quadras. O comandante também informa que o comprimento máximo das mangueiras utilizadas é de 15m.

 

Esclarecimento

O procedimento para a instalação, segundo o SAMAE, “tem por critério básico a condição operacional da linha onde o mesmo será ligado. Por norma, os hidrantes devem ser ligados em redes de bitola igual ou maior do que 100 mm. Além da bitola, as redes devem ter condições de pressão e vazão adequadas para o enchimento rápido de um caminhão pipa. Por este motivo, os hidrantes não têm um afastamento uniforme uns dos outros. Eles são instalados nos pontos de melhores condições técnicas (de vazão e pressão) e acessibilidade para veículos de combate a incêndio e pipas”.

 

Custo

Outro fato relevante é que “todos os novos loteamentos aprovados são obrigados a instalar um hidrante ou doá-lo ao SAMAE para que instale junto a um ponto próximo de melhores condições técnicas. Também as obras projetadas pelo SAMAE têm incluído hidrantes sempre que possível”, informa a entidade através de sua assessoria de imprensa. O custo dos equipamentos pode chegar a mais de R$ 10 mil, quando instalados em adutoras de grande porte, considerando a necessidade de corte e instalação de peças de derivação junto às tabulações”.

 

 “A altura dos edifícios em

 Caxias pode criar dificuldades

  no controle dos incêndios”.

 

 

 

 

 

 

Outra lacuna evidente no combate aos incêndios é a altura dos edifícios de Caxias do Sul. Com muitos prédios ultrapassando os 40 metros de altura, poderia existir grande dificuldade no controle dos incêndios. Atualmente a corporação possui 14 viaturas para combater os incêndios, sendo que seis estão em manutenção e somente um possui escada mecanizada, que atinge 35m. Por isso, o comandante Marcos Eugênio, que está a 22 anos no 5° CRB, explica que “trabalhamos bastante em cima da prevenção dos incêndios, orientando as pessoas como agir nesses casos até a chegada dos bombeiros”.

 

Apelo

Ele também deixa um apelo para que a população “evite as queimadas, pois isso está prejudicando o ar que respiramos”. Ele também avisa que “queimada é crime. Se enxergarmos alguma queimada, avisaremos a polícia ambiental, que irá notificar os responsáveis”.

 

Efetivo

O Corpo de Bombeiros na cidade também conta com um efetivo de 105 homens, divididos entre as unidades dos bairros Centro, Cruzeiro, Desvio Rizzo e do Aeroporto. Também está para ser inaugurada mais uma unidade na zona norte da cidade.

« Voltar para Cidade

« Voltar para Principais Notícias

Veja mais  Min: 20 - Max: 31
» Busca
 
Empregos
 
 
Home | Notícias | Colunas e Blogs | Sobre a Gazeta | Assine | Anuncie | Fale Conosco
Copyright 2012, Gazeta de Caxias. Fone:(54) 3027-1996| Política de Privacidade | Termo de Uso | Mapa do Site