| Home |
Notícias
| Colunas e Blogs | Sobre a Gazeta | Anuncie | Assine | Fale Conosco |
03/09 às 09:13 Greve dos Médicos
 

Vereador quer tratamento político para resolver impasse

Diante do impasse entre médicos do SUS e Prefeitura, que originou em mais uma greve da categoria, o vereador Rodrigo Beltrão (PT) acredita que a administração deveria usar do que chamou de tratamento político para resolver a paralisação parcial do sistema de saúde municipal.

A+ | A | A-

Por João C. Garavaglia

 

“Até porque o Ministério Público está cobrando dos médicos o cumprimento da carga horária mínima de trabalho. No entanto, a prefeitura opta por, na esfera judicial, exigir a retomada dos trabalhos desses colaboradores”, comentou Beltrão.

Posicionamento

O vereador Renato Oliveira (PC do B) fez duras críticas à greve dos médicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Caxias do Sul, retomada na última segunda-feira (30). Ele pediu, também, posicionamento do Executivo. Em abril, a paralisação da categoria havia sido encerrada por uma decisão judicial, depois de a prefeitura ter entrado com ação contra o movimento.

Questionamento

O Sindicato dos Médicos reivindica plano de carreira, além de salário de R$ 7,5 mil, para 20 horas semanais de trabalho. Presidente da Comissão de Saúde da Câmara, Renato questionou o papel do poder público em outras demandas de saúde pública, como o déficit de leitos nas Unidades de Terapia Intensiva, tanto em hospitais públicos quanto em privados. ”A prefeitura precisa tomar uma atitude. Não pode ignorar a necessidade de diálogo com a categoria. A situação é um caos, observou”. Ele sugeriu aos membros da Comissão de Saúde visita ao Executivo.

Intermediação

A vereadora Ana Corso (PT) considerou que o Executivo peca ao não promover um diálogo com a categoria. Membro da Comissão de Saúde defendeu que ela faça o intermédio da negociação com os médicos. “Que é inviável o reajuste de R$ 7 mil, todos já sabem. Mas o problema é anterior a isso. Consultas especializadas levam meses. Uma cirurgia pelo SUS demora mais de ano, ressaltou”.

 

Lógica

Segundo Elói Frizzo (PSB), nunca houve falta de diálogo por parte da prefeitura. Questionou o caráter legal da paralisação e defendeu a criação da Fundação Municipal da Saúde. Para ele, a medida daria fim a qualquer impasse sobre o salário dos médicos servidores. “A lógica, adotada pelo Executivo, é a correta. Primeiro, focar na proposta do Sindiserv, que defende 8.93% de reajuste. E, só depois, avaliar a questão dos médicos, que são concursados e, por isso, precisam de anuência do Sindicato dos Servidores”, ponderou.

Em escala

O parlamentar observou, ainda, que, por serem servidores públicos, o aumento para os médicos acabaria atingindo, em escala, todos os outros funcionários de carreira. Geni Peteffi (PMDB) concordou com Frizzo, ao considerar que a prefeitura não falta ao diálogo. Porém, salienta que há divergência entre o valor solicitado e aquilo que pode ser feito pela administração municipal. “Acredito num desfecho positivo em breve, com cedências das duas partes”, afirmou.

« Voltar para Polêmica

« Voltar para Principais Notícias

Veja mais  Min: 20 - Max: 31
» Busca
 
Empregos
 
 
Home | Notícias | Colunas e Blogs | Sobre a Gazeta | Assine | Anuncie | Fale Conosco
Copyright 2012, Gazeta de Caxias. Fone:(54) 3027-1996| Política de Privacidade | Termo de Uso | Mapa do Site