A matéria foi aprovada pela maioria de Vereadores, com voto contrário de Assis Melo ( (PC do B)
O projeto de autoria do executivo destaca que este é o desafio que a cidade tem em estruturar e operar um novo modelo de transporte coletivo, alicerçado na descentralização e nos conceitos de integração tarifária, troncalização e do ônibus de trânsito rápido – BRT.
Assis Melochegou a pedir cinco dias para analisar melhor a matéria, tendo em vista que o projeto trata também do táxi-lotação, entre outros assuntos, mas o pedido foi derrubado por maioria de votos. O projeto recebeu 50 emendas, sendo 17 da Vereadora Denise Pessoa (PT); 13 da Vereadora Ana Corso (PT); 08 do vereador Rodrigo Beltrão; 05 do Vereador Assis Melo (PCdoB); 04 do Vereador Marcos Daneluz (PT); 02 do Vereador Gustavo Toigo (PDT), 01 do Vereador Moisés Paese (/PDT) e 01 da Bancada do PT. Do total, apenas 18 emendas foram acatadas. As outras emendas foram rejeitadas por maioria de votos.
A partir da rejeição das mesmas, a Vereadora Ana Corso (PT) questionou o governo municipal que defendeu a redução da tarifa. Nesse sentido fizemos emendas para redução de impostos, como o ISSQN que é imposto municipal, o que já poderia baratear a tarifa. Entretanto, todas as nossas emendas que iriam reduzir custos sobre a passagem, foram rejeitadas. Por isso pedimos que a administração municipal avalie a implementação das mesmas e busque outras alternativas para reduzir a tarifa” afirmou Ana
Denise Pessoa (PT) que apresentou diversas emendas também destacou que pretendia diminuir os custos sobre a passagem. “Propus a utilização do espaço do vidro traseiro para a publicidade comercial, bem como a ampliação do tempo de integração de 60, para 90 minutos, permitindo que os usuários tenham mais tempo para aproveitamento da mesma passagem”. A Vereadora Geni Peteffi (PMDB) destacou, no entanto, que aumentar “o intervalo de integração poderia aumentar o valor da passagem”.