Os cidadãos contribuintes do Rio Grande do Sul devem tomar cuidado quando se dirigirem aos caixas dos bancos para pagarem as guias do IPVA, Imposto Sobre Veículos Automotores
Uma simples “mudança” na guia de pagamento, uma falha administrativa ou uma malandragem político-eleitoreira da Governadora Yeda Crussius (PSDB) e seu partido para aliviarem o desgaste político das recentes fraudes no Detran? Ainda não se sabe onde foram parar os R$ 40 milhões desviados da autarquia, e o processo corre na justiça.
Mas com algum objetivo que o pagador de impostos ainda não sabe qual é, o seguro obrigatório para carros e motos não foi lançado na guia que os contribuintes estão recebendo em casa para pagamento do seguro. No caso de automóveis o valor do seguro obrigatório é de: R$ 93,82. Por que o valor do seguro não foi lançado nas guias de pagamento como sempre foi todos os anos?
O motorista desatento, achará que está pagando menos imposto, até chegar no guichê bancário, muitas vezes com o dinheiro contado e ser surpreendido negativamente pela cobrança do seguro, que se ficar pendente, não libera os documentos do carro para o exercício seguinte.
Se o objetivo do governo do estado era criar a impressão positiva de que está se pagando menos impostos, o tiro deve sair pela culatra rapidamente. A permissão para pagar em quota única com descontos, começou no dia 16/12 e vai até 04/01.
Evidentemente que ficará claro a manobra politiqueira, sendo que ano que vem é ano de eleição e os articuladores políticos da Governadora, devem estar tentando recuperar a desgastada imagem gerada por uma série de escândalos de corrupção denunciados neste governo, quase gerando um processo de impeachment. Se a intenção era essa, em véspera de reeleição, o tiro deve sair pela culatra.
Se não era essa, trata-se de desrespeito ao planejamento dos cidadãos e descarada desorganização, sendo que o contribuinte acaba sendo pego de surpresa. Neste caso, o tiro de Yeda deve sair pela culatra. Independente da intenção, que o negócio está bagunçado, isso está.